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Porto Alegre, quinta-feira, 08 de fevereiro de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

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Agronegócios

Notícia da edição impressa de 09/02/2018. Alterada em 08/02 às 22h40min

China e Hong Kong reduzem impacto da Rússia na carne suína

As fortes elevações dos embarques para a China e Hong Kong reduziram o impacto causado pelo embargo imposto pela Rússia à carne suína brasileira desde dezembro do ano passado, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O caso mais emblemático é o da China, que, no primeiro mês de 2018, importou 13,5 mil toneladas, resultado que supera em 122% o volume embarcado para o mercado chinês em janeiro do ano passado. As vendas geraram receita de US$ 28,9 milhões, 131% acima do realizado no ano anterior.
Já Hong Kong incrementou suas importações em 23%, com 17,2 mil toneladas exportadas em janeiro de 2018. Em receita, o crescimento chegou a 27%, totalizando US$ 34,8 milhões.
"O setor de suínos entrou em um novo momento, com menor dependência das vendas para o Leste europeu, diminuindo os efeitos do embargo russo. As exportações para a China neste início do ano, inclusive, superaram a média dos embarques realizados para a Rússia no primeiro mês dos últimos cinco anos", explica Francisco Turra, presidente executivo da ABPA.
No total, as exportações brasileiras de carne suína (incluindo todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 54,4 mil toneladas, volume 15,4% inferior ao registrado em janeiro de 2017, com 64,3 mil toneladas. Em receita, os embarques do setor renderam US$ 111,4 milhões em janeiro, número 19,9% menor que os US$ 139,1 milhões obtidos em janeiro de 2017.
Outros mercados também incrementaram suas importações no primeiro mês do ano. É o caso do Uruguai, que importou 3,1 mil toneladas ( 30%); e de Angola, com 2,5 mil toneladas ( 7%). 
 
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