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Porto Alegre, quinta-feira, 08 de fevereiro de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado de Capitais

Notícia da edição impressa de 08/02/2018. Alterada em 07/02 às 22h58min

Investidores embolsam lucro, e bolsa cai 1,34%

A bolsa brasileira voltou a fechar no vermelho ontem, com o mercado atento à decisão de política monetária do Banco Central (BC) e com os investidores preferindo embolsar ganhos após a alta de 2,5% da última terça-feira. As cotações do petróleo foram o fiel da balança para determinar as perdas na sessão de ontem. O Ibovespa recuou 1,34%, para 82.766 pontos. O volume financeiro negociado foi de R$ 11,908 bilhões - a média de fevereiro está em R$ 12,3 bilhões.
O fortalecimento do dólar no mercado internacional manteve a moeda norte-americana em alta ante o real. A divisa terminou a sessão cotada a R$ 3,2747 no mercado à vista, em alta de 0,98%, em sintonia com a valorização ante moedas fortes e emergentes.
As bolsas europeias fecharam em alta. Londres avançou 1,93%, Paris teve ganho de 1,82%, e Frankfurt fechou com valorização de 1,60%. Milão ( 2,86%), Madri (1,7%) e Lisboa ( 2,09%) também subiram. Nos EUA, os mercados tiveram dia de forte oscilação. O Dow Jones terminou em baixa de 0,08%, para 24.893 pontos. A Nasdaq se desvalorizou 0,90%, para 7.051 pontos. E o S&P 500 recuou 0,08%, para 2.695 pontos.
Das 64 ações do Ibovespa, 44 caíram, 18 subiram, e duas terminaram estáveis. Na ponta positiva, os papéis da Fibria subiram 2,74% e lideraram os ganhos do índice. A CPFL avançou 2,61%, e a Klabin teve ganho de 1,80%. As ações da Eletrobras também subiram. Os papéis preferenciais avançaram 2,73%, e os ordinários, 0,81%.
Os papéis da Petrobras, da Vale e de bancos, que ajudaram a impulsionar o Ibovespa no dia anterior, pressionaram o Ibovespa em baixa ontem. Os papéis mais negociados da Petrobras caíram 2,75%, para R$ 19,44. As ações ordinárias se desvalorizaram 2,87%, para R$ 20,98.
O dia foi de baixa dos preços do petróleo, após dados dos Estados Unidos mostrarem alta inesperada nos estoques de produtos refinados, alimentando temores de excesso de oferta antes da temporada em que a demanda costuma ser mais lenta. A Petrobras anunciou, na noite de terça-feira, que colocou à venda a refinaria de Pasadena, nos EUA.
Os papéis ordinários da Vale caíram 1,79%, para R$ 41,71. Já no setor financeiro, as ações do Itaú Unibanco caíram 2,37%, devolvendo parte da alta de 3,6% do dia anterior. As ações preferenciais do Bradesco tiveram baixa de 1,5%, e as ordinárias se desvalorizaram 2,48%. O Banco do Brasil subiu 0,1%, e as units - conjunto de ações - do Santander Brasil perderam 1,91%.
No mercado cambial, o dólar ganhou força ante 24 das 31 principais moedas do mundo. O BC deu continuidade a suas intervenções no câmbio para rolar os contratos com vencimento em março. A autoridade monetária vendeu 9.500 contratos de swaps cambiais tradicionais (equivalentes à venda de dólares no mercado futuro). Até agora, já rolou US$ 950 milhões dos US$ 6,154 bilhões que vencem no próximo mês.
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