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Porto Alegre, terça-feira, 06 de fevereiro de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado de Capitais

Notícia da edição impressa de 07/02/2018. Alterada em 06/02 às 22h50min

Cadernetas de poupança têm retirada de R$ 5,2 bilhões no mês de janeiro

CONTABILIDADE - PORQUINHO - STOCKPHOTO DIVULGAÇÃO

CONTABILIDADE - PORQUINHO - STOCKPHOTO DIVULGAÇÃO


/STOCKPHOTO/DIVULGAÇÃO/JC
O ano começou com saída de recursos da aplicação mais popular do País. A caderneta de poupança perdeu R$ 5,2 bilhões em janeiro, apesar de todos os depósitos feitos. De acordo com o Banco Central, apesar de o resultado ser negativo, é o melhor desempenho para o mês nos últimos quatro anos. Isso porque, normalmente, as famílias recorrem às economias feitas para pagar as contas comuns no início do ano como os impostos, material escolar e as despesas das férias.
Apesar de registrar mais saídas que entradas, os números mostram uma recuperação em relação a janeiro do ano passado, quando a retirada foi mais que o dobro: R$ 10,7 bilhões. Naquela época, o Brasil vivia uma situação econômica pior, com juros e inflação maiores.
Em 2017, depois de dois anos no vermelho, a caderneta de poupança voltou a ficar no azul e registrou R$ 17,1 bilhões em depósitos, já descontados todos os saques. A queda da inflação, o aumento da renda e os sucessivos cortes nos juros foram os responsáveis pela recuperação.
Em 2015, quando a crise econômica começou a se agravar, a poupança registrou uma saída de R$ 53,6 bilhões. No ano seguinte, com a crise política e a turbulência no mercado financeiro, a aplicação perdeu R$ 40,7 bilhões, já descontado tudo o que entrou.
Apesar da melhora, a caderneta de poupança está longe de chegar perto do desempenho registrado em 2013. Naquele ano, a chamada captação líquida ultrapassou R$ 71 bilhões.
Atualmente, o brasileiro guarda R$ 722,4 bilhões na aplicação. Só no mês passado, os bancos pagaram R$ 3 bilhões de rendimentos sobre esse dinheiro.
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