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Porto Alegre, quarta-feira, 03 de janeiro de 2018.

Jornal do Comércio

Política

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Governo Federal

03/01/2018 - 14h26min. Alterada em 03/01 às 14h39min

Ministro da Indústria e Comércio, Marcos Pereira, pede demissão

Presidente do PRB, Pereira deve concorrer a deputado federal em 2018

Presidente do PRB, Pereira deve concorrer a deputado federal em 2018


EVARISTO SÁ/AFP/JC
Folhapress
O ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Pereira (PRB), pediu demissão no início da tarde desta quarta (3). Em carta entregue ao presidente Michel Temer no Palácio do Planalto, o agora ex-ministro afirmou estar deixando a pasta para poder se dedicar a questões pessoais e partidárias. Pereira, que é presidente nacional do PRB, avalia a possibilidade de disputar uma vaga na Câmara na eleição deste ano.
Esta é a terceira baixa no governo Temer em menos de um mês. No dia 8 de dezembro, Antonio Imbassahy (PSDB) deixou a Secretaria de Governo e no último dia 27, Ronaldo Nogueira (PTB) pediu demissão do Ministério do Trabalho. Antes disso, o tucano Bruno Araújo já havia deixado o comando do Ministério das Cidades no dia 13 de novembro.
A decisão de sair da Esplanada acontece no dia seguinte ao anúncio de que as exportações brasileiras superaram as importações em US$ 67 bilhões em 2017, maior valor da história. No texto entregue a Temer, Pereira afirma que, apesar de estar deixando o ministério, "eu e o meu partido, o PRB, apoiamos as reformas e continuaremos apoiando tudo aquilo que for bom para o país" -num sinal de que a sigla que comanda votará a favor das mudanças na Previdência.
Num gesto ao presidente, rejeitado por 71% da população, o agora ex-ministro diz que "popularidade não quer dizer absolutamente nada". "Como disse Confúcio, 'o homem de palavra fácil e personalidade agradável raras vezes é homem de bem'. Há muitos por aí que comovem multidões, mas a exemplo do conto 'O Flautista de Hamelin', encantam e arrastam milhares para o abismo", escreveu.
Pereira também escreveu que, em maio de 2016, quando foi convidado para o cargo, "as manchetes, os artigos e a opinião corrente era a de que 'um pastor' não teria condições de exercer destacada função, mas os avanços nestes 20 meses de trabalho incansável provaram que o problema no Brasil não é a fé das pessoas públicas, que é de foro íntimo, mas a vontade de cada uma para servir e realizar".
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