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Porto Alegre, terça-feira, 09 de janeiro de 2018.

Jornal do Comércio

Opinião

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Notícia da edição impressa de 10/01/2018. Alterada em 09/01 às 21h35min

Nova visão nos transportes

Wilen Manteli
É inquestionável que o desenvolvimento requer uma adequada infraestrutura física, mas em nosso País esse reconhecimento está limitado aos discursos dos políticos e planejadores governamentais.
Desde 1947 foram produzidos em torno de 17 planos para a área de transportes e criados vários órgãos que mais dificultam do que estimulam novos empreendimentos.
E, como consequência da abundância de planos e de discursos populistas, o País continua empobrecendo, a despeito do seu grande potencial, notadamente se considerarmos os recursos naturais de que dispomos.
Aqui, no Rio Grande do Sul, vivemos uma situação calamitosa no setor de transportes. Como resultado da opção pelo modal rodoviário, contamos com péssimas estradas que, além de ceifarem vidas, impactam os nossos custos dos transportes de cargas e passageiros, afastam investimentos e empregos. E tudo isso acontece num Estado que já teve 1.200 km de hidrovias operando, hoje limitadas a 700 km navegáveis, havendo o risco de ainda maior redução por falta de serviços de dragagem.
Diante deste cenário, em boa hora, o secretário dos Transportes, Pedro Westphalen, reconheceu como "vergonhosa" a situação das estradas gaúchas.
E mais importante, o secretário entende que a solução passa pela utilização das hidrovias - o custo é mais barato, são mais seguras e poluem menos.
Portanto, a esperança nessa otimização das nossas hidrovias está agora depositada nas mãos do secretário Westphalen, que ainda tem tempo para encaminhar as providências necessárias a esta inadiável mudança capaz de assegurar dias melhores para o povo gaúcho.
Consultor da Associação Brasileira dos Terminais Portuários
 
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