Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quarta-feira, 10 de janeiro de 2018.

Jornal do Comércio

Internacional

COMENTAR | CORRIGIR

Espanha

Notícia da edição impressa de 11/01/2018. Alterada em 10/01 às 22h59min

Separatistas fecham acordo para reeleger Puigdemont

Os principais partidos a favor da independência da Catalunha anunciaram ontem o fechamento de um acordo para reeleger Carles Puigdemont como presidente da região autônoma ainda neste mês, embora não se saiba como tornar isso legalmente possível. Puigdemont, que está foragido em Bruxelas desde que foi deposto, em outubro, após a fracassada tentativa de separar a Catalunha da Espanha, estará sujeito à prisão imediata se retornar para casa. Ele espera ser nomeado pela maioria separatista no Parlamento regional, apesar de sua ausência.
O regulamento da Assembleia catalã é ambíguo em relação a essa possibilidade, mas a oposição contrária à independência argumenta que um presidente regional não pode governar da Bélgica. "É evidente que, para governar a Catalunha, é preciso estar na Catalunha, não dá para fazer isso via WhatsApp ou usando um holograma", afirmou Inés Arrimadas, líder do partido Cidadãos, que é contra a separação da Espanha.
Em eleição realizada em dezembro, partidos separatistas conquistaram 66 de 135 assentos. O Parlamento resultante das eleições regionais deve ser formalmente constituído em 17 de janeiro. Para se tornar presidente, Puigdemont precisa fazer um discurso de posse.
Os separatistas trabalham com duas soluções: que o discurso seja feito a distância - por Skype, por exemplo - ou que seja delegado a outro deputado. Por serem incomuns, tais planos ainda estão em debate.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia