Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, segunda-feira, 29 de janeiro de 2018.

Jornal do Comércio

Geral

COMENTAR | CORRIGIR

Infraestrutura

Notícia da edição impressa de 30/01/2018. Alterada em 29/01 às 21h51min

Transferência de verba para concluir obras da Copa de 2014 é autorizada

A prefeitura de Porto Alegre obteve autorização do Ministério das Cidades para que a Caixa Econômica Federal faça a realocação de R$ 115,07 milhões de um total de R$ 249,43 milhões destinados aos BRTs (Bus Rapid Transit) para obras que não ficaram prontas a tempo para a Copa do Mundo de 2014. A confirmação ocorreu ontem, em audiência entre o secretário municipal de Planejamento e Gestão, José Alfredo Parode, o secretário executivo de Mobilidade do Ministério das Cidades, Ricardo Caiado de Alvarenga, e representantes técnicos da Caixa, em Brasília.
Os recursos serão aplicados em obras não iniciadas, como o viaduto na avenida Plínio Brasil Milano e a duplicação do trecho 2 da avenida Voluntários da Pátria, e a conclusão das trincheiras da Ceará, da Anita Garibaldi e da Cristóvão Colombo e o prolongamento da avenida Severo Dullius, entre outras. Além disso, o redirecionamento viabilizará a inclusão de obras de macrodrenagem e pavimentação da avenida Ernesto Neugebauer e da rua José Pedro Boésio. A melhoria dessas vias não estava incluída nas obras da Copa, mas são consideradas fundamentais para a Zona Norte da Capital.
A partir da autorização desse redirecionamento, somado com o financiamento de R$ 120 milhões junto ao Banrisul, e mais os R$ 248,9 milhões que já foram assegurados em contrato com a Caixa Econômica Federal, os trabalhos não concluídos poderão ser retomados e os que não foram iniciados terão recursos assegurados para a execução.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia