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Porto Alegre, terça-feira, 23 de janeiro de 2018.

Jornal do Comércio

Geral

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Transporte

Notícia da edição impressa de 23/01/2018. Alterada em 23/01 às 10h17min

Linha de catamarã até Barra do Ribeiro não tem data para sair

Plano de nova rota mudou em virtude das dificuldades financeiras

Plano de nova rota mudou em virtude das dificuldades financeiras


FREDY VIEIRA/JC
Isabella Sander
Prometida para fevereiro de 2018, a linha de catamarã de Porto Alegre a Barra do Ribeiro não tem mais data para sair. Segundo o superintendente da Fundação Estadual de Planejamento Metropolitano e Regional (Metroplan), Pedro Bisch Neto, os planos mudaram em virtude das dificuldades financeiras sofridas pelas empresas de transporte metropolitano nos últimos anos, de recessão, o que gerou queda de cerca de 20% no número de passageiros.
"Com menos empregos, menos pessoas utilizavam o transporte público. Somente agora as empresas estão se recuperando e pondo em pauta possibilidades que aventávamos antes", explica Bisch Neto. Entre essas possibilidades estava a criação da linha até Barra do Ribeiro, saindo do Cais Mauá.
O superintendente da Metroplan afirma que não existe uma demanda já estabelecida para essa linha, mas há um mutirão envolvendo prefeituras de Barra do Ribeiro e entornos, comércio local e o clube Veleiros do Sul, para reformar um atracadouro antigo que estava desativado na cidade e poderá receber o catamarã. O clube reformará o trapiche, e a prefeitura da cidade apontará horários que poderão ter demanda.
Bisch Neto revela que a linha não possui uma demanda permanente e diária, mas seria possível estabelecer um sistema fretado de, em alguns horários e dias, o catamarã fazer a conexão entre os municípios, com intuito de incentivar o turismo na região. A ideia é fazer alguns testes ao longo de 2018, levando o catamarã até o local e verificando itens como se há profundidade necessária para seu tráfego e se o acesso da embarcação está adequado.
Conforme o superintendente da Metroplan, muitos municípios dos entornos de Barra do Ribeiro têm interesse em utilizar o ponto hidroviário. Seria possível, por exemplo, fazer rotas de integração, com ônibus de cidades próximas que levassem a população até o atracadouro, e, de lá, as pessoas poderiam ir a Porto Alegre. O trajeto pelo Guaíba levaria 50 minutos, o mesmo tempo que leva de carro, quando não há congestionamento na BR-116.
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