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Porto Alegre, quinta-feira, 11 de janeiro de 2018.

Jornal do Comércio

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Clima

11/01/2018 - 14h13min. Alterada em 11/01 às 14h37min

Santa Catarina registra morte e estragos com fortes chuvas

Em Florianópolis, funcionários da companhia de energia tentam acessar de barco área alagada

Em Florianópolis, funcionários da companhia de energia tentam acessar de barco área alagada


Celesc/Divulgação/JC
Cidades de Santa Catarina sofrem com as fortes chuvas dos últimos dias. O mau tempo já provocou uma morte, de uma criança de oito anos em São João Batista, na Grande Florianópolis. Há uma pessoa desparecida em Balneário Camboriú, que seria um haitiano. Florianópolis é a mais atingida, interrompendo trânsito em pontos da ilha, rios transbordaram, exigindo que as pessoas se desloquem de barco. A rede elétrica foi bastante afetada.
Segundo a Defesa Civil Catarinense, a precipitação até agora é muito maior que toda a esperada para o mês de janeiro, que varia entre 150 mm e 170 mm. Na média estadual, foi de 300 milímetros (mm), mas na capital são 400 mm. Na ilha, houve desmoronamento, e muitos trechos de rodovias estão cedendo. Nas ruas alagadas, pessoas caminham com água pela cintura.
Em São João Batista, na Grande Florianópolis, Gabriele Hayana Amorim Lopes, de 8 anos, morreu na tarde desta quarta-feira (10), após uma grande árvore cair sobre o telhado da garagem da casa onde ela brincava. A irmã da vítima, de 13 anos, foi atingida, mas não teve ferimentos graves. De acordo com o Corpo de Bombeiros, a árvore cedeu ao excesso de chuva. Em Balneário Camboriú, um haitiano de 34 anos está desaparecido. Segundo os Bombeiros, ele pode ter sido arrastado pela correnteza para um bueiro. Até o momento, não há outras ocorrências com vítimas.
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Para evitar acidentes, a prefeitura de Florianópolis emitiu um comunicado recomendando às pessoas que fiquem em casa. O poder público também decretou situação de emergência. Outros municípios do Estado afetados são Imbituba, Braço do Norte, São José, São João Batista, Biguaçu, São Francisco do Sul, Penha, Itapema e Lauro Müller.
A Defesa Civil ainda não estimou o número exato de desabrigados, mas dois abrigos foram improvisados em escolas no centro e no bairro Saco Grande. Nesta quinta, agentes municipais realizam o levantamento de dados.  A Defesa Civil emitiu alerta para o litoral catarinense para o risco de alagamento e deslizamento, devido às chuvas que devem permanecer no Estado até sexta-feira (12).
De acordo com o secretário da Defesa Civil de SC, Rodrigo Moratelli, que sobrevoou as regiões mais afetadas pela tempestade nesta manhã, a população deve redobrar a atenção. "Os deslizamentos ocorrem com maior frequência no litoral norte e Grande Florianópolis, e as pessoas têm que ficar atentas para que possamos passar por esse período de chuvas sem maiores agravamentos", diz.
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Boletim da Defesa Civil da manhã desta quinta indica que alagamento e deslizamentos de terra foram registrados ainda em Lauro Muller, na região da Serra do Rio do Rastro, Imbituba, Braço do Norte, São José, São João Batista, Biguaçu, São Francisco do Sul, Penha, Itapema, Balneário Camboriú, Itajaí, Bombinhas, Navegantes, Taió, Camboriú, Porto Belo, Governador Celso Ramos e Tijucas. São 390 desalojados e 414 desabrigados/afetados, além de 103 residências atingidas por estragos e cheias.
Com informações da Agência Estado
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