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Porto Alegre, terça-feira, 09 de janeiro de 2018.

Jornal do Comércio

Geral

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Ensino Superior

Notícia da edição impressa de 10/01/2018. Alterada em 09/01 às 20h19min

História e Matemática encerram vestibular da Ufrgs nesta quarta-feira

Vestibulando Cauê dos Santos se preparou estudando em casa

Vestibulando Cauê dos Santos se preparou estudando em casa


FREDY VIEIRA/JC
Suzy Scarton
O terceiro e penúltimo dia do vestibular da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs) foi marcado por um novo congestionamento de veículos na avenida Bento Gonçalves, em direção ao Campus do Vale, no bairro Agronomia, em Porto Alegre. O problema ocorreu no sentido Viamão-Porto Alegre, mas não causou grandes transtornos aos vestibulandos. No primeiro dia de vestibular, o engarrafamento fez com que a instituição decidisse prorrogar, em 15 minutos, o fechamento dos portões.
Um dos motivos da concentração de candidatos no Campus do Vale é que, devido à greve dos professores, o governo estadual afirmou que não poderia garantir a disponibilidade de escolas estaduais, onde costumeiramente ocorre o vestibular. Sendo assim, a Ufrgs optou por distribuir boa parte dos estudantes no Campus do Vale. Em coletiva de imprensa no domingo, o reitor Rui Oppermann recomendou que os candidatos saíssem mais cedo de casa para evitar transtornos no trânsito. 
Nesta terça-feira, foram aplicados os testes de Biologia, Química e Geografia. Na saída do Colégio Estadual Júlio de Castilhos, a movimentação de vestibulandos que encerravam as provas era tranquila. Cercados de pais ansiosos e de funcionários e professores de cursinhos pré-vestibular, boa parte dos estudantes já saía do colégio grudado ao celular.
Aluna de um cursinho pré-vestibular da Capital, Helisa Medeiros, de 23 anos, se mostrou satisfeita com os exames. "Não houve nenhuma surpresa. As provas foram relativamente tranquilas, estava preparada para as questões", conta a candidata, que está na disputa por uma das vagas do curso de Medicina.
Já o estudante Cauê dos Santos, de 18 anos, considerou a prova de Biologia um pouco complicada. "Foi mais difícil, mas Química e Geografia estavam bem fáceis", avalia ele, que presta o vestibular da Ufrgs pela primeira vez. Ao contrário de Helisa, Santos se preparou em casa, com ajuda de plataformas digitais de ensino, como o Me Salva!, e disputa uma vaga no curso de Astrofísica. "Gosto muito de Física, e esse curso é o mais próximo que tem, no Rio Grande do Sul, da Astronomia", explica o candidato.
Para a vestibulanda Bianca Medeiros, de 19 anos, o principal desafio ainda está por vir: a prova de Matemática, que será aplicada hoje. É o segundo vestibular de Bianca, que briga por uma vaga no curso de Direito diurno. "Por enquanto, a mais difícil foi a de Química", opina a estudante.
A média da prova de Língua Portuguesa, realizada na segunda-feira, foi divulgada ontem pela Ufrgs. Os estudantes acertaram, em média, 14,1771 questões, sendo que dez candidatos gabaritaram a prova. Entre os exames realizados no domingo, a média de Física foi de 9,4418; a de Literatura de Língua Portuguesa, 12,3056; e, entre as línguas estrangeiras, foram aplicadas provas de Inglês (com média de 8,6021), Espanhol (12,1070), Italiano (12,9245), Francês (11,4561) e Alemão (13,487). Hoje, os testes de História e Matemática encerram o vestibular.
Ontem, a universidade divulgou a abstenção no segundo dia de provas, que foi de 17,65%, totalizando 5.724 candidatos ausentes. No primeiro dia, a abstenção foi de 16,64%, com 5.397 ausentes. O total de inscritos no vestibular foi de 32.438 pessoas.
 
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