Mirlene, Marluza e  Maria customizam peças e depois revendem pelas redes sociais com preço máximo de R$ 60,00 Mirlene, Marluza e Maria customizam peças e depois revendem pelas redes sociais com preço máximo de R$ 60,00 Foto: MARCO QUINTANA/JC

10 negócios criados por empreendedores negros que você precisa conhecer

Você sabia que a população negra corresponde à maioria dos empreendedores no Brasil? Já que é pra tombar... selecionamos uma lista com 10 empreendedores negros que através de oportunidades, inovação e talento criaram seu negócio próprio. E porque afinal, representatividade importa. Há desde especialistas em tranças a catchup de banana. Confere:

CLAITON DORNELLES/JC
Joel Cannile Hodonou, 27 anos, nasceu em Benin, país localizado no oeste da África. Formado em Contabilidade, veio para o Brasil estudar. Hoje ele é dono da marca de roupas feitas com tecidos africanos Hodonou, cujo significado é “meio de comunicação”. E é justamente esse sentido que quer dar às suas estampas: comunicar sua cultura no país onde escolheu viver. Após vir para o Brasil e sentir falta da cultura e da estética africana, ele resolveu apostar neste mercado. As peças são vendidas através da página no Facebook da Hodonou.
MARCO QUINTANA/JC
Foi na moda que Mirlene Rodrigues Vergara, Marluza Rodrigues Vergara e Maria de Lurdes Fraga juntaram seus talentos individuais em prol de algo que todas tinham em comum: o amor pela moda. Nasceu, assim, em Porto Alegre, As Urbanas. A ideia é restaurar somente roupas de brechós e vender. Moda consciente e acessível.
FREDY VIEIRA/JC
Na onda da democratização do consumo, o casal Luiz Henrique e Kennya Menna criaram o Arte Customizando, projeto onde eles customizam tênis com tinta acrílica (e algumas horas de trabalho, claro). A dupla cobra entre R$ 40,00 e R$ 100,00 para deixar um par novinho em folha. Além disso eles trabalham com customização de bolsas e jeans. Um arraso, não é mesmo?
MARCELO G. RIBEIRO/JC
Falando em arraso, não dá para esquecer as Mulheres de Fibra. Com uma variedade de cores, texturas, tamanhos e formas, é possível mudar o visual do cabelo sem submeter os fios a produtos agressivos. E quem desbrava esse mercado está se dando bem. Amanda Jesus é dona do Mulheres de Fibra, espaço que recebe clientes nos fundos de sua casa, no bairro Restinga, em Porto Alegre. O local oferece o serviço de aplicação das box braids e de diversos tipos de cabelos sintéticos.
Brunno Rangel/Divulgação/JC
E não é só Amanda que se rendeu à diversidade de cabelos. A cantora Ludmilla, em parceria com sua mãe, além de abrir o salão de beleza Lud Hair Boutique, em sua cidade natal, resolveu empreender em uma própria marca de perucas. 
instituto matamba/DIVULGAÇÃO/JC
Quem resolveu criar um negócio em família também foram as irmãs baianas Cecília Cadile e Gisele Matamba. A dupla criou o Instituto Matamba, uma empresa que oferece serviços de culinária, decoração, recepção, vestimenta, seminários, cerimônias, palestras e casamentos, tudo com temática afro, em Salvador. A história começou com oficinas de turbantes realizadas por elas. Hoje as irmãs fazem de 2 a 3 eventos por mês.
Jonathan Heckler/JC
Falando em turbantes, a microempresária Claudia Renata Pereira de Campos, é gestora da Clau Acessórios e Vestuário. Ela confecciona e vende turbantes e acessórios ligados à moda étnica. Antes de se tornar empresária, já era consumidora desses itens. Antes de ser consumidora, era fã do assunto. Além de desenhar, Claudia, que é mestre em História e graduada em Moda, busca referências em livros e pesquisa os temas para serem usados em seus trabalhos. A primeira coleção de turbantes foi inspirada em elementos do grafite e da cultura de rua. A unidade custa, em média, R$ 40,00.
ARQUIVO PESSOAL/DIVULGAÇÃO/JC
Alyne Garcia Jobim é administradora de empresas, sócia da Integrare consultoria em inclusão e acessibilidade. A empresa existe desde 2014, com o objetivo de incluir pessoas com deficiência no mercado de trabalho. São oferecidos serviços de recrutamento e seleção, capacitação e desenvolvimento. Alyne participou do Inovacapital, programa de apoio a empreendedores afro-brasileiros. A empreendedora toca num ponto fundamental para entender a importância de ressaltar os negócios de afroempreendedores: “Nem todo empreendedor parte do mesmo ponto”.
ARQUIVO PESSOAL/DIVULGAÇÃO/JC
Sem dúvidas o melhor do Brasil é o brasileiro. Foi no ano de 2014 que Fabrício Goulart, chef de cozinha em um festival de hambúrgueres, colocou em prática a ideia do catchup de banana. Depois de viajar por muitos lugares ao redor do mundo e perceber o uso de frutas, como manga, mamão, e abacaxi nas receitas de molho, resolveu testar. Com esse novo repertório de vida, nasceu o Catchup de Banana e, mais tarde, sua marca Empório Feitosa. Os preços variam entre R$ 16,00 e R$ 20,00. 
MARCO QUINTANA/JC
Com apenas 21 anos, Larissa Rodrigues é proprietária de uma loja de roupas no Centro de Porto Alegre. Além disso, atenta à tecnologia, toca o e-commerce da marca. A versão on-line colabora para o faturamento, mas a unidade física ainda tem peso maior nos lucros. Recentemente, Larissa lançou uma novidade: um site que é a extensão do negócio, o Purchase Promo. Para não ficar com a mercadoria parada em estoque, resolveu abrir essa plataforma de valor único, na qual todas as peças são vendidas por R$ 39,90.
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Comentários ( 1 )
  1. jorge lopes

    palhaada qual a diferena entre ser branco preto marron uo seja la qual for a cor da pele da pessoa o que interresa e se tem capacidade para fazer o negocio ir para frente , ser negro nao e doena que incapacite alguem no brasil agora virou moda e cota para isso e cota para aquilo , nada disso resolve se nao tivermos capacidade para tocar seja la o que for independente de cor .

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