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Porto Alegre, terça-feira, 16 de janeiro de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

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consumo

Notícia da edição impressa de 17/01/2018. Alterada em 16/01 às 21h19min

Inadimplência sobe 1,34% em dezembro e soma R$ 265,8 bilhões, diz a Serasa

O Brasil fechou 2017 com 60,4 milhões de inadimplentes em dezembro, o que representa um aumento de 1,34% na comparação com igual mês de 2016, quando 59,6 milhões de brasileiros figuravam nessa condição, informou a Serasa Experian. Contra novembro, o indicador caiu 1,15%, algo que não ocorria desde julho de 2017, segundo a instituição. No penúltimo mês do ano passado, havia 61,1 milhões brasileiros inadimplentes nos cálculos da Serasa.
Segundo os economistas da Serasa Experian, o ingresso do 13º salário na economia aumentou a renda disponível do brasileiro em dezembro. "Este elemento, aliado com as tendências recentes de queda dos juros, da inflação e da melhora gradual do emprego, contribuiu para a renegociação das dívidas em atraso e consequente redução da inadimplência do consumidor no último mês do ano."
O diretor de Estratégia e Gestão da Serasa Experian, Raphael Salmi, também ressalta a contribuição do Feirão Limpa Nome on-line, promovido pela instituição até 16 de dezembro, para redução da inadimplência.
Em dezembro, as dívidas alcançaram R$ 265,8 bilhões, com média de quatro dívidas por CPF, totalizando R$ 4.402,00 por pessoa. A maior parte foi contraída junto ao setor bancário e de cartão de crédito, que representou 29% do total, uma queda de 0,8 ponto percentual ante o mesmo período de 2016. Em segundo lugar, aparecem as dívidas com contas de energia elétrica, água e gás (19,5%), que subiram 0,4 ponto percentual na comparação com dezembro do ano anterior.
Por faixa etária, a maior proporção de endividados tem entre 41 e 50 anos (19,6% do total), seguida pelos jovens entre 18 e 25 anos (14,5%). Os homens representavam 50,9% dos inadimplentes em dezembro.
Na análise por regiões, o maior percentual de pessoas com dívidas atrasadas foi registrado no Sudeste (44,9%). Na sequência estão Nordeste (25,4%), Sul (12,7%), Norte (8,9%) e Centro-Oeste (8,2%).
 
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