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Porto Alegre, terça-feira, 16 de janeiro de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

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Energia

Notícia da edição impressa de 16/01/2018. Alterada em 16/01 às 11h24min

Sulgás expande número de cidades atendidas

No ano passado, companhia implantou 6,3 quilômetros de gasodutos, somente no Centro de Porto Alegre

No ano passado, companhia implantou 6,3 quilômetros de gasodutos, somente no Centro de Porto Alegre


/SULGÁS/DIVULGAÇÃO/JC
Jefferson Klein
Presente hoje em 40 municípios gaúchos, a Sulgás quer ampliar o abastecimento de gás natural até o fim deste ano. A estatal prevê fornecer o insumo para Gramado já neste primeiro semestre e na segunda metade de 2018 o objetivo é alcançar Lajeado e Rio Grande. Inicialmente, esses lugares serão atendidos com Gás Natural Comprimido (GNC), que é transportado em cilindros por caminhões.
Na Região das Hortênsias, o foco será atender ao setor hoteleiro e, em uma próxima etapa, chegar à cidade de Canela. O plano de obras da Sulgás para este ano será submetido à aprovação nesta sexta-feira. O presidente da empresa, Claudemir Bragagnolo, adianta que o orçamento total de investimentos previsto é de R$ 35,25 milhões. Desse montante, cerca de 10% dos recursos serão aplicados em obras de expansão da rede de gasodutos na Capital. O dirigente lembra que no ano passado foram implantados 6,3 quilômetros de gasodutos, somente no Centro de Porto Alegre. Além desse bairro, serão alvos de expansão em 2018 regiões como a Cidade Baixa, Bom Fim, Farroupilha e Santana.
Em 2017, a companhia incluiu na sua lista de clientes o Mercado Público porto-alegrense, sendo que dentro desse espaço, atualmente, há 28 consumidores de gás natural. Já em todo o Rio Grande do Sul, em dezembro, a Sulgás possuía uma malha de 1.095 quilômetros em gasodutos. Bragagnolo recorda que a Sulgás fechou o ano passado com 43.631 clientes. O dirigente ressalta que a empresa está prospectando novas oportunidades em segmentos como, por exemplo, climatização de hospitais.
Outra estratégia desenvolvida pela companhia é a busca de novas fontes de suprimento de gás (a estatal opera hoje apenas com o gás natural boliviano que chega ao Estado pelo gasoduto Gasbol). Apesar de a Sulgás ter postergado o prazo original para realizar uma chamada pública para a compra de biometano (biogás purificado gerado a partir de resíduos orgânicos), Bragagnolo diz que a ideia continua dentro do planejamento da empresa. O dirigente explica que dúvidas técnicas quanto às características do biometano em relação ao gás natural fóssil e à questão econômica impediram que a ação progredisse até agora.
A aquisição do biometano é considerada como um assunto estratégico por parte do governo do Estado. A atividade representa um destino ambientalmente adequado para rejeitos como dejetos de suínos e a possibilidade de produção local e descentralizada de biogás. Contudo, o presidente da estatal destaca que é preciso ter um equilíbrio financeiro nessa iniciativa. "A Sulgás não visa lucro nesse processo, mas não podemos ter prejuízo e o produtor precisa ter seu resultado", comenta.
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Comentários
Rudy Boger 16/01/2018 15h09min
Um absurdo. Acabou o foco desta gente esqueropata pensando que o governo (estadual) deve investir nesta Sulgás. Deve ser vendida urgentemente. É o fim da picada!
Eduíno de Mattos 16/01/2018 09h43min
EXPANÇAO DE GÁS/NATURAL CANALIZADO; é um risco aos usuários (sair do sistema tradicional de gás engarrafado),...de repente "ALGUÉM FECHA A TORNEIRA,...? !