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Porto Alegre, sexta-feira, 12 de janeiro de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

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Aviação

12/01/2018 - 08h02min. Alterada em 12/01 às 08h03min

Ex-presidente da Azul vai comandar a portuguesa TAP

TAP encerrou 2017 com 14,3 milhões de passageiros transportados, alta de 21,7% frente a 2016

TAP encerrou 2017 com 14,3 milhões de passageiros transportados, alta de 21,7% frente a 2016


TAP/DIVULGAÇÃO/JC
O ex-presidente da Azul Antonoaldo Neves assumirá o comando da companhia aérea TAP a partir de fevereiro. O brasileiro já é membro dos conselhos executivo e administrativo da empresa portuguesa, na qual é responsável pela área comercial desde agosto do ano passado. Neves substituirá o também brasileiro Fernando Pinto, que estava no cargo havia 17 anos e liderou o processo de privatização da companhia.
O nome de Neves, que deverá ser aprovado em reunião do conselho no dia 31 de janeiro, é sugestão da Atlantic Gateway, consórcio de Humberto Pedrosa e do fundador da Azul, David Neeleman. No ano passado, quando Neves deixou a empresa brasileira, umas das justificativas nos bastidores da Azul era que Neeleman queria um homem de confiança em Portugal.
Desde que Neves chegou à TAP, já se comentava que ele sucederia Fernando Pinto, hoje com 68 anos. Em carta a funcionários da TAP a qual o Estado teve acesso, Pinto afirmou que permanecerá como assessor da companhia pelos próximos dois anos.
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"A TAP é hoje três vezes maior do que quando eu aqui cheguei e cresceu muito também neste dois anos de privatização. (...) Saio com a certeza de que a empresa está numa rota de crescimento. O nosso caminho é crescer. E irei acompanhar esse crescimento de perto, uma vez que continuarei ligado à companhia nos próximos dois anos enquanto assessor da TAP", escreveu o executivo (foto), que também já presidiu a Varig .
Pinto destacou ainda as dificuldades que enfrentou enquanto esteve à frente da empresa aérea - o brasileiro assumiu o comando da TAP quanto a então estatal estava à beira da falência. "Foram 15 anos (até a privatização) de sobrevivência. Sobreviver à falta absoluta de capital, às imensas flutuações cambiais, à reestruturação da frota e por fim à chegada das low cost (de baixo custo)."
A TAP encerrou 2017 com 14,3 milhões de passageiros transportados - 21,7% a mais que no ano anterior. Em 2016, a empresa teve um prejuízo de ¤ 27,7 milhões, um recuo diante do resultado negativo de ¤ 156 milhões de 2015. O resultado do ano passado ainda não foi divulgado.
Em 2016, a Azul investiu cerca de US$ 100 milhões em títulos conversíveis em ações preferenciais da TAP, o que fez com que a companhia brasileira passasse a deter 40% do capital da portuguesa. 
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