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Porto Alegre, quinta-feira, 11 de janeiro de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

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Consumo

Notícia da edição impressa de 12/01/2018. Alterada em 11/01 às 22h33min

Após dois anos de queda, atividade no comércio cresce 1,1%

Setor de supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas teve expansão de 1,2%

Setor de supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas teve expansão de 1,2%


/ANTONIO PAZ/arquivo/JC
O índice que mede o movimento dos consumidores nas lojas do País fechou 2017 com alta de 1,10%, depois de dois anos consecutivos de queda, de acordo com a Serasa Experian. Em 2016 e 2015, o indicador de atividade do comércio cedeu 6,6% e 1,3%, respectivamente, "por causa da profunda e prolongada recessão econômica que se instalou no Brasil a partir da segunda metade de 2014", divulgou a Serasa em nota nesta quinta-feira.
Dentre os fatores que contribuíram para a retomada econômica, a Serasa cita a inflação baixa, a contínua retração na taxa de juros e o processo de desalavancagem do endividamento das famílias.
Além disso, acrescenta, o ingresso dos recursos das contas inativas do FGTS na economia e a recuperação da massa real de rendimentos permitiram que as vendas do varejo revertessem a queda acumulada em 2015/2016.
De acordo com a Serasa, o destaque do varejo no ano passado foi o segmento de supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas, que registrou crescimento de 1,2%. Em contrapartida, a categoria de material de construção apresentou declínio de 14,3% em 2017 em relação a 2016.
A segunda maior queda, de 12,2%, foi observada no movimento de consumidores nas lojas de tecidos, vestuário, calçados e acessórios.
Ainda houve retração, de 9,5%, no segmento de combustíveis e lubrificantes; recuo de 7,5% em móveis, eletroeletrônicos e informática e variação negativa de 7,5% nas lojas de veículos, motos e peças.
O Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio é construído, exclusivamente, pelo volume de consultas mensais realizadas por estabelecimentos comerciais à base de dados da Serasa Experian. As consultas (nas formas de taxas de crescimentos) são tratadas estatisticamente pelo método das médias aparadas com corte de 20% nas extremidades superiores e inferiores. Com as taxas de crescimento tratadas e ponderadas pelo volume de consultas de cada empresa comercial é construída a série do indicador. A amostra é composta de cerca de seis mil empresas comerciais e o indicador, com início em janeiro de 2000, é segmentado em seis ramos de atividade comercial.
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