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Porto Alegre, quarta-feira, 10 de janeiro de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 10/01 às 19h26min

Petróleo fecha em alta, com queda nos estoques dos EUA

Os contratos futuros de petróleo fecharam em alta nesta quarta-feira (10), ajudados pelo novo recuo no volume estocado da commodity nos Estados Unidos e pelo risco geopolítico envolvendo o Irã.
Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o petróleo WTI para fevereiro fechou em alta de 0,97%, a US$ 63,57 por barril. Já na Intercontinental Exchange (ICE), o barril do petróleo tipo Brent para entrega em março avançou 0,55%, a US$ 69,20.
Os preços do petróleo chegaram a cair pontualmente logo após a divulgação do relatório semanal de estoques do Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês) americano. No entanto, passaram a avançar, apoiados na queda de 4,9 milhões de barris nos estoques de petróleo na semana passada. Os volumes estocados de gasolina e de destilados avançaram 4,1 milhões de barris e 4,3 milhões de barris, respectivamente.
O petróleo manteve os ganhos recentes à medida que os estoques recuaram em Cushing e a produção dos EUA voltou a cair. "Esse mercado parece estar bem apoiado", disse o vice-presidente de pesquisa e análise do Mobius Risk Group, John Saucer.
Ao mesmo tempo, observadores do mercado estão atentos aos movimentos do presidente americano, Donald Trump, nesta semana. O líder republicano pode estender o alívio das sanções dos EUA ao Irã como parte do acordo de 2015 para conter o programa nuclear iraniano. Caso Washington restabeleça as sanções econômicas, isso poderia prejudicar as exportações de petróleo de Teerã, limitando a oferta global.
"O fator fundamental agora é o declínio dos estoques de petróleo e o aumento do risco geopolítico com as sanções contra o Irã tirando petróleo do mercado", afirmou o gerente de portfólio da Tortoise Capital Advisors, Rob Thummel. No entanto, a decisão de Trump pode gerar uma correção no mercado, visto que "os investidores estão focando somente em notícias positivas para o petróleo", como aponta o diretor de estratégia de commodities do Saxo Bank, Ole Hansen.
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