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Porto Alegre, terça-feira, 09 de janeiro de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 09/01 às 18h59min

Ibovespa fecha o dia em queda de 0,65%, após 11 altas consecutivas

O Ibovespa operou nesta terça-feira (9), em queda, em um dia de realização de lucros após valorizar por 11 pregões consecutivos. Foi uma sessão descolada do sinal positivo vindo dos mercados acionários externos com os índices de Nova Iorque subindo de maneira consistente.
De acordo com analistas, a correção ocorre porque, desde o início de 2018, a bolsa brasileira foi a que acumulou mais ganhos em relação a seus pares dos Estados Unidos. Entre os dias 2 de janeiro e esta terça, em dólares, o Ibovespa ganhou 5,53% enquanto Dow Jones, 2,77% e S&P500, 3,16%. Na última hora do pregão, as perdas aceleraram, levando o índice a fechar em 0,65% de queda, aos 78.863,53 pontos.
Diferentemente dos outros pregões desde o início de ano, houve, segundo operadores, um equilíbrio de forças no volume de recursos de não-residentes e investidores nacionais - com mais estrangeiros na ponta vendedora do que compradora. Ainda assim, o giro financeiro foi de R$ 9,2 bilhões, considerado alto para a segunda semana de janeiro.
De acordo com Raymundo Magliano Neto, diretor-presidente da Magliano Invest, a elevação do rendimento do título do Tesouro norte-americano a vencer em dez anos explica, em parte, a realização de uma parcela de estrangeiros.
"Isso ajuda no contexto de um dia que precisava realizar um pouco, após tantos recordes", afirmou. "Estávamos vendo uma euforia grande e era necessário esfriar um pouco, sem, entretanto, mudar a trajetória futura."
Fabrício Estagliano, analista-chefe da Walpires Corretora, diz que a queda desta terça ocorreu sem nenhuma notícia de impacto. "Claro que há cenário político em pauta, que continua sendo discutido pelos investidores que seguem na expectativa de alguma novidade", disse.
Estagliano ressalta que nesta terça todas as blue chips do setor financeiro devolveram os ganhos acumulados desde o primeiro pregão.
No plano das commodities, as cotações dos contratos futuros de petróleo indicaram forte alta durante toda a tarde e ajudaram a impedir a queda maior das ações ON e PN da Petrobras, que encerraram o pregão, respectivamente, em baixa de 0,11% e em 0,00% - estável em relação ao fechamento de segunda-feira. Já os papéis Vale ON, com recuo de 0,37%, descolaram da alta do minério de ferro no exterior, que abriu valorizado no Porto de Qingdao, na China.
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