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Porto Alegre, terça-feira, 09 de janeiro de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

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crédito

09/01/2018 - 12h17min. Alterada em 09/01 às 12h37min

Inadimplência entre famílias gaúchas com renda até 10 salários mínimos cresce em dezembro

O cartão de crédito continua com o maior peso na composição do endividamento dos gaúchos

O cartão de crédito continua com o maior peso na composição do endividamento dos gaúchos


FRANKIELEON/VISUALHUNT/DIVULGAÇÃO/JC
A inadimplência entre as famílias com renda até 10 salários mínimos cresceu no Rio Grande do Sul em dezembro de 2017, embora o endividamento no mês tenha se mantido estável em relação ao ano anterior. O resultado da Pesquisa de endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) realizada pela Fecomércio-RS indica que o atual momento da economia ainda contribui para o aumento da tomada de crédito.
No geral, o quadro de endividamento das famílias gaúchas no mês de dezembro ficou estável (70,0%) em relação ao mesmo mês de 2016 (70,7%). Os dados indicam que após dois meses de recuo na margem, o percentual de famílias em situação de inadimplência voltou a registrar forte aumento, ficando em patamar bastante elevado.
Na avaliação do presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, o cenário econômico atual ainda é adverso para muitas famílias. “No entanto, a perspectiva de crescimento econômico e geração de empregos em 2018 permite vislumbrar uma redução no percentual de famílias em situação de inadimplência”, pondera o dirigente, em nota.
A pesquisa de dezembro revela estabilidade no indicador que avalia a parcela da renda comprometida com dívidas. Em dezembro passado foi de 32,9% na média em 12 meses, e o tempo de comprometimento da dívida, também no período de 12 meses, permaneceu em 8,1 meses. O cartão de crédito continua com o maior peso na composição do endividamento dos gaúchos (74,6%), seguido por carnês (44,0%), crédito pessoal (16,3%) e financiamento de veículos (13,0%).
O percentual de gaúchos sem condições de honrar suas dívidas vencidas no prazo de 30 dias apresentou queda, saindo de 13,1% em dezembro/2016 para 9,5% em dezembro/2017. Mesmo tendo sido a quarta queda consecutiva na comparação interanual e, apesar de ter atingido o nível mais baixo do ano passado, seu patamar permaneceu acima do verificado em períodos anteriores.
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