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Porto Alegre, sexta-feira, 05 de janeiro de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

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Consumo

Alterada em 05/01 às 14h23min

Cesta básica de Porto Alegre cai 7% em 2017, mas segue sendo a mais cara do País

Custo de alimentos essenciais apresentou redução em todas as capitais pesquisadas durante o ano

Custo de alimentos essenciais apresentou redução em todas as capitais pesquisadas durante o ano


Tânia Rêgo/Agência Brasil/JC
O custo da cesta básica de Porto Alegre caiu 7,03% durante o ano de 2017. Nos últimos 12 meses, o custo dos treze produtos que compõem o conjunto de gêneros alimentícios essenciais caiu de R$ 459,02 para 426,74. Os números foram divulgados nesta sexta-feira (5) pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).
Conforme o levantamento, nove componentes da cesta básica porto-alegrense ficaram mais baratos durante o ano: feijão (-32,82%), banana (-27,57%), açúcar (-22,54%), farinha de trigo (-10,20%), arroz (-9,80%), óleo de soja (-6,82%), batata (-4,14%), carne (-2,74%) e tomate (-1,78%). Outros quatro itens subiram de preço: manteiga (18,56%), café (10,79%), leite (1,43%) e pão (1,07%).
Mesmo com a redução, a cesta básica da Capital continua sendo a mais cara do País, seguida por São Paulo (R$ 424,36), Rio de Janeiro (418,71) e Florianópolis (R$ 418,61). Os menores valores médios foram observados em Salvador (R$ 316,65), João Pessoa (329,52) e Natal (R$ 331,18).
Na passagem mensal, de novembro para dezembro, o recuo no custo dos alimentos na capital gaúcha foi de 3,92%, maior redução do período entre as 21 capitais pesquisadas pelo Dieese. De acordo com o estudo, o valor da cesta básica local representou 49,50% do salário mínimo líquido no último mês de 2017. Em dezembro de 2016, o número atingia 56,70%.
No País, o valor acumulado da cesta básica diminuiu nas 21 capitais pesquisadas pelo Dieese durante o ano passado. A maior redução foi em Belém (13,16%) e a menor, em Aracaju (2,76%). Entre novembro e dezembro, porém, o índice aumentou em 14 cidades.
Conforme o Dieese, para suprir as despesas de uma família de quatro pessoas com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o salário mínimo deveria ser de R$ 3.585,05 em dezembro de 2017 - 3,83 vezes o mínimo real, de R$ 937,00.
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