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Porto Alegre, sexta-feira, 19 de janeiro de 2018.

Jornal do Comércio

Cultura

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Alterada em 19/01 às 20h14min

Ex-funcionária relata assédio sexual de Michael Douglas

Douglas pediu a Braudy que assinasse um acordo de confidencialidade e ela deixou a companhia

Douglas pediu a Braudy que assinasse um acordo de confidencialidade e ela deixou a companhia


ALBERTO PIZZOLI/AFP/JC
A escritora Susan Braudy narrou nesta sexta-feira (19) como o ator Michael Douglas, para quem trabalhou no final da década de 80, supostamente a assediou sexualmente, segundo divulgou a revista Hollywood Reporter.
Braudy explicou que, quando trabalhava no escritório de Nova York da produtora de Douglas, o protagonista de Wall Street (1987) começou a assediá-la com comentários sobre sua vida sexual e seu corpo.
Com o tempo, o assédio piorou até um dia que viu "o ator introduzir as duas mãos nas calças desabotoadas".
"Me dei conta horrorizada de que estava pegando em suas partes íntimas. Em segundos, me pareceu que tinha tido um orgasmo", narrou. Os fatos teriam ocorrido em 1989.
"Eu não disse nada. Fiquei surpresa de não ter falado nada porque estava me sentindo humilhada. Me dei conta de que ele pensava que podia fazer o que quisesse porque era muito mais poderoso do que eu", acrescentou Braudy.
Pouco depois, Douglas pediu a Braudy que assinasse um acordo de confidencialidade e ela deixou a companhia no mesmo ano. O ator, de 73 anos, se defendeu destas acusações no começo do mês. "É uma completa mentira, uma farsa, não há nada de verdade nisso," assegurou.
O ator se desculpou se em alguma ocasião se expressou de maneira inadequada em sua presença, mas negou as outras duas alegações envolvendo boicote profissional e assédio sexual.
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