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Porto Alegre, quarta-feira, 03 de janeiro de 2018.

Jornal do Comércio

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Edgar Lisboa

Repórter Brasília

Notícia da edição impressa de 04/01/2018. Alterada em 03/01 às 22h30min

PSB com candidato próprio

Na expectativa das decisões a serem tomadas nas convenções partidárias, os partidos se preparam para buscar o melhor caminho para ao Palácio do Planalto e os governos dos estados. O deputado federal gaúcho Heitor Schuch (PSB) foi enfático em afirmar: "a única coisa que é certa é que nós não vamos apoiar o governo". Disse que, em março, o PSB vai fazer a sua convenção nacional nos dias 1, 2 e 3; e fará uma análise desse quadro. "A partir daí o partido vai começar a tomar as decisões sobre candidato a governador, e o que nós vamos fazer a nível nacional." Segundo o parlamentar, tem duas possibilidades hoje: a grande aposta do partido é ter candidato próprio; o ex-ministro e ex-presidente da Câmara Aldo Rebelo ou o ex-ministro do Supremo Joaquim Barbosa. "O Joaquim Barbosa ficou de responder agora em janeiro se ele vai ou não vai. E o outro pré-candidato é o Aldo Rebelo."
Partidos mais próximos
"Ideologicamente falando, o PDT e PPS caminham nessa direção. Agora por exemplo, nós vamos ter lá no Nordeste certamente algum que acha que vai ter que coligar com o PT; lá no Acre também. São Paulo já virá com a proposta que vai ter que coligar com o PSDB", acentuou Schuch (foto). "Vai ser uma disputa bastante acirrada no Congresso eu imagino; para que o partido não vá nem para um lado e nem para o outro daqueles que já governaram o País, e a proposta de ter candidato próprio pode ser a solução nesse momento."
Chances para os atuais
Quanto às maiores chances para os atuais deputados, Heitor Schuch esclarece que está no primeiro mandato como deputado federal, fez três mandatos de deputado estadual, "nunca tive facilidade para coisa nenhuma; sempre fizemos campanha correndo atrás, gastando sola de sapato e muita saliva, e eu acredito que a legislação que está aí ela vai trazer um pouco mais de dificuldade para aqueles que podiam receber verdadeiras fortunas de dinheiro das empresas para poder fazer a sua campanha, que ficavam sentados na sombra enquanto a gente tinha que bater pé". O deputado acha que "a legislação que está aí vai nivelar isso um pouco mais; pelo menos o propósito é esse. Agora eu tenho a convicção absoluta que será uma eleição em que antes de mais nada os candidatos vão ter que convencer as pessoas a irem votar; e segundo, a não votarem em branco ou nulo".
Palácio Piratini
Para a disputa ao Palácio Piratini, Heitor Schuch avalia que a situação ainda não está clara. "Candidato hoje que se diz candidato tem o Eduardo Leite, do PSDB; o Jairo Jorge, do PDT, o PT fala muito no Miguel Rossetto; aí depois vem o PSOL, que certamente vai ter candidato; no PP, o Luis Carlos Heinze está dizendo que é candidato; o PMDB, que tem o governador (José Ivo Sartori), certamente vai ter candidato, e o PTB diz que vai ter candidato."
Ficando no caminho
"Agora a impressão que me dá é que até chegar nas convenções vai ter candidato que vai ficar pelo caminho, que vai acabar não concorrendo", opinou Schuch. Segundo o parlamentar, "ao que tudo indica, por exemplo, se o PP e o PTB forem para o lado do Eduardo Leite, ele se torna um candidato quase que imbatível, e está sujeito a ganhar a eleição no primeiro turno. É o novo".
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