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Porto Alegre, quinta-feira, 11 de janeiro de 2018.

Jornal do Comércio

Colunas

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Roberto Brenol Andrade

Palavra do Leitor

Notícia da edição impressa de 12/01/2018. Alterada em 11/01 às 22h00min

Ministra e a imprensa

Fica muito difícil acreditar nos políticos brasileiros, com tantos escândalos surgindo dia após dia. Mas, felizmente, temos a imprensa mais ativa do que nunca. Por meio dela, fica-se sabendo dos deslizes que permeiam a atividade pública em Brasília. Cristiane Brasil, indicada para ministra do Trabalho, não tem mais condições de assumir. E, se assumir, começará por demais fragilizada. O governo não tem condições de, antes de divulgar um nome, pedir uma ficha corrida dos futuros ministros? Caso contrário, continuará pagando vexames. (Paulo Roberto Falcão, Porto Alegre)
Execuções
O que só se via em filmes da época de Al Capone, nos Estados Unidos da América (EUA) agora virou rotina em Porto Alegre. Execuções de três, quatro ou até mesmo cinco pessoas. Segundo a polícia, quase todas mortes vinculadas à disputa pelo controle de pontos de vendas de drogas, algo muito lucrativo há anos. Mas, quem compra, consome e paga bem tem culpa também neste autêntico clima de guerra na Capital. (Sérgio Luiz Chianechi, Porto Alegre)
Coreias
Uma guerra estúpida, lá no início dos anos de 1950, quando havia o que se chamou de Guerra Fria, embate entre os sistemas capitalista e comunista após a Segunda Guerra Mundial, acabou por dividir um país em dois, a Coreia do Norte, comunista, e a Coreia do Sul, capitalista. Nestes mais de 60 anos, uma outra guerra, de palavras, ameaças e distanciamento ocorreu. Felizmente, para os Jogos de Inverno, a Coreia do Sul convidou e a do Norte aceitou. Um hiato de paz bem-vindo, neste mundo tão irritante e violento. (Marcelino Alves Leite, Sapucaia do Sul/RS)
Viaturas
Fez bem o governador José Ivo Sartori (PMDB) em comprar veículos novos e velozes para a Brigada Militar. Com eles, o policiamento terá mais agilidade, literalmente, e autonomia. Mas, como sempre aqui no Rio Grande do Sul, logo temos a turma do contra. Queriam que comprassem o quê? Fuscas usados? (Julieta Serrati, Ivoti/RS)
Julgamento de Lula
O MST tem que respeitar o Estado Democrático de Direito e não pode intimidar o Judiciário. Lula não está acima da lei e, portanto, tem que se submeter ao brocardo jurídico "dura lex, sed sex". A audácia do MST deve ser repelida. Aliás, já se deveria ter posto freio nas ações antidemocráticas dos insubordinados agentes do MST. A polícia, em defesa da sociedade, não pode ter complacência com os agitadores do MST. O MST, como qualquer movimento social, tem que respeitar as regras democráticas e jurídicas do País. A tentativa de intimidação do Judiciário soa como um grande desrespeito à paz da República. (Júlio César Cardoso, Balneário Camboriú/SC)
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