Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, terça-feira, 16 de janeiro de 2018.

Jornal do Comércio

Colunas

COMENTAR | CORRIGIR
Fernando Albrecht

Começo de Conversa

Notícia da edição impressa de 17/01/2018. Alterada em 16/01 às 20h05min

A lua que espreita

ALFONSO ABRAHAM/DIVULGAÇÃO/JC
Tem algo surreal nesta foto. Seriam os prédios em Nova Iorque ou alguma outra cidade norte-americana? Nada disso. É Porto Alegre mesmo. Mostra os novos edifícios no prolongamento da avenida Ipiranga para a parte do Guaíba e alguns da Borges de Medeiros. O detalhe da lua empresta um tom estranho - no sentido espanhol da palavra - à imagem.

Besteiras a granel

Em boca fechada não entra mosca. Nem sai bobagem. O deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) parece que está fazendo força para perder eleitores ao empregar palavreado chulo nas entrevistas, mesmo que seja em tom de ironia. Já a senadora Gleisi Hoffmann, presidente nacional do PT, jamais poderia ter dito que morreria gente se prendessem Lula (PT). Os extremos se tocam.

Grenal diferente

O tradicional Grenal Judaico está programado para o dia 27, às 13h no Estádio Mariscão, em Capão da Canoa. O torneio que está na 15ª edição é uma realização da Macabi Brasil com o apoio da Federação Israelita do Rio Grande do Sul.

Conflitos de rua

A política pública da prefeitura de Porto Alegre de criar ciclovias por toda a cidade cria alguns conflitos. Não há espaço para todo mundo, caso da rua José do Patrocínio, um Frankenstein de imobilidade urbana. Vai acontecer o mesmo na avenida Goethe, já congestionada ao natural. É só esperar março.

A pequena Vitória

Por não ter autorização do convênio de saúde para vários procedimentos dos quais depende a vida da pequena Vitória - que nasceu aos seis meses de idade com 750 gramas e precisa de cuidados especiais -, seus pais lançaram uma vaquinha virtual no link https://www.vakinha.com.br/vaquinha/ajude-a-vitoria-catia-silvani-machado-boneberg. Apenas um dos medicamentos que foram utilizados custa quase R$ 10 mil.

Eu era assim

Quem viu a Beneficência Portuguesa em décadas passadas não deixa de fazer comparação com o que ela era e hoje, lutando pela sobrevivência. Até os anos 1970, era proprietária de uma granja, quase fazenda, pouco além de Cachoeirinha, que fornecia frutas, legumes e hortaliças. Houve uma transação envolvendo a venda da valorizada área para uma construtora.

Sujou

Cada vez mais veranistas estão deixando as praias clássicas para se aventurar em pequenas lagoas de águas límpidas em municípios do Litoral. A má notícia é que o homem tem a capacidade de poluir tudo que toca ou mergulha. Por mais que exista gente consciente, o comportamento coletivo é sempre predatório. A natureza não agradece.

Em matéria de mosquitos...

No mínimo, é invulgar. Autoridades da Saúde e imprensa ficaram anos e anos batendo nas malvadezas do Aedes aegypti, que transmite dengue, zika vírus e também febre amarela, entre outras moléstias perigosas. Desde a segunda metade do ano passado, o noticiário em torno desses perigos minguou na mesma proporção do sumiço dos alertas oficiais.

...o Brasil vive de sustos

A impressão é a de que o Aedes deixou o Brasil e foi procurar vítimas alhures. Daí começaram os alertas sobre a febre amarela, mas nem por isso esse tinhoso alado teve sua foto em cartazes de "Procura-se". Para suprir essa ilustre lacuna veio o vilão do momento da febre amarela, o mosquito Haemagogus, bem menos conhecido. O marketing do Aedes é bem melhor.

Miúdas

  • MPF pede 386 anos de cana a Eduardo Cunha (PMDB). Mesmo se assim for, o deputado não cumprirá 2% da pena e olhe lá.
  • PENAS tanto para crimes comuns quanto para malfeitos são peça de ficção no Brasil.
  • NÃO só em Salvador que a gasolina é mais barata do que aqui. Em Chapecó (SC) estava a R$ 3,80.
  • quem veja - e não são poucos - que as bolsas mundiais e a nossa estão supervalorizadas.
  • VERDADE, a economia cresce globalmente, mas nada cresce para sempre, só a corrupção.
  • MUITAS queixas sobre atrasos nos Correios. Especialmente na Capital. Férias coletivas?
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia