Sobre o Autor
Claudia Regina Araujo dos Santos é coach executiva, gestão de pessoas e diretora da Emovere You
Foto: /REPRODUÇÃO/JC

Claudia Santos

Especialista em gestão estratégica de pessoas, coach executiva e diretora da Emovere You

O que fazer quando o líder está desmotivado?

O desempenho das lideranças é um fator crucial para o crescimento das empresas. Afinal, não é segredo que gestores comprometidos e preocupados com o desenvolvimento de seus funcionários conseguem atingir melhores resultados e aumentar o engajamento da equipe.
No entanto, em muitas companhias, os líderes estão mais focados em funções técnicas e nos esforços para impulsionar os negócios, mas não dedicam o mesmo esforço para a área de gestão de pessoas. Em muitos casos, não há nem um setor específico destinado a avaliar o desempenho dos colaboradores, reconhecer e motivar talentos.
Com a chegada de novas tecnologias - somada ao aumento do número de concorrentes, às mudanças no mercado de trabalho e às incertezas da economia -, inspirar as lideranças se tornou um desafio ainda maior. Oferecer uma boa remuneração e um plano de carreira já não é mais suficiente para o líder do século XXI: ele também precisa trabalhar com propósito e acreditar nos valores da organização.
Para isso, é preciso haver uma mudança cultural na empresa. É necessário investir cada vez mais no desenvolvimento das habilidades dos gestores, principalmente no que se refere às competências comportamentais. Para gerir bem o seu time, o líder precisa ser incentivado a investir em autoconhecimento, tomar decisões estratégicas, delegar tarefas, trabalhar em equipe, administrar conflitos e pensar na organização como um todo.
Além disso, a companhia deve promover a colaboração entre todos funcionários e promover um diálogo aberto e transparente. Uma comunicação eficiente é fundamental para ganhar a confiança da equipe e, consequentemente, motivar os líderes a trabalhar com comprometimento. Para que isso funcione, eles precisam confiar que os discursos bonitos serão revertidos em práticas do dia a dia.
A valorização da hierarquia e do autoritarismo já não tem espaço em empresas que querem se manter competitivas no mercado. Para que suas lideranças se sintam de fato motivadas, elas precisam entender que a colaboração e a humanização das relações são pontos fundamentais para construir um ambiente de trabalho saudável e produtivo.
 
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