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Porto Alegre, quarta-feira, 06 de dezembro de 2017.

Jornal do Comércio

Colunas

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Roberto Brenol Andrade

Palavra do Leitor

Notícia da edição impressa de 07/12/2017. Alterada em 06/12 às 21h29min

Municípios

Bem que o presidente da Confederação dos Municípios, Paulo Ziulkoski, poderia nos informar o que os municípios estão fazendo para melhorar suas gestões administrativas, tais como redução de custos e otimização de serviços bem como reduções de CCs. Ficamos no aguardo, a população de todos os municípios gostaria de saber. É sempre mais do mesmo e nada novo em favor da população. (Paulo Roberto Souza, Caxias do Sul/RS)
Previdência
Tem mesmo que aprovar a reforma da Previdência, todo mundo sabe disso. Mas, os políticos, de olho nas eleições de 2018, não fazem nada. E quem pagará o preço serão os brasileiros, logo adiante. A Previdência, como está, quebrará o Brasil. (José Carlos Mello, Gravataí/RS)
Cinema
O gênero bang-bang, ou faroeste para os íntimos, foi ao longo do tempo aproveitado no cinema brasileiro. Isso se deve ao fato da apropriação que o Cinema Novo fez sobre o sertão, tornando difícil brincar com o estilo numa região cujas mazelas foram representadas com tanta importância e profundidade social, como no caso do clássico Deus e o Diabo na Terra do Sol. Chegamos então no filme recente O Matador, onde se abandona qualquer traço criado e analisado na obra prima de Glauber Rocha e se assumindo como uma espécie de westerns americano e até mesmo com toques a lá vídeo clip. Visualmente, muito se falará sobre a beleza do sertão e a luz de seu sol quente. O filme usa ao extremo dos planos distantes, da fotografia de cores quentes, das silhuetas na contraluz e das cores desérticas. Porém, a produção comete o deslize na introdução de alguns efeitos especiais, por vezes, artificiais e dispensáveis em alguns momentos. Alardeado durante o último Festival de Gramado como o primeiro longa brasileiro criado pela Netflix, O Matador tinha todo o potencial, mas lhe faltou mais amor em sua concepção. (Marcelo Castro Moraes, crítico de cinema, Porto Alegre)
Família Lucho
Participei, em Uruguaiana, do Encontro da Família Lucho, que teve dimensão internacional visto tratar-se de uma raiz familiar que se estende por várias partes do mundo, notadamente à região do Prata. O evento, organizado pelo casal uruguaianense Ségio e itália-Mar, contando com a colaboração do filho Tiago Lucho Rangel, reuniu muitos descendentes da família homenageada. A família Lucho tem suas origens na região de Veneza, na Itália, tendo como patriarca pioneiro na América do Sul a pessoa de Alejo Navarron Lucho, nascido em 1858 no Uruguai, cujo pai, de quem herdou o nome, veio da Itália acompanhado de Juana Navarron. Essas confrarias representam um mutirão de resistência contra as vãs tentativas de destruir a família, célula mater das sociedades livres. (Lino Tavares, jornalista)
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