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Porto Alegre, sexta-feira, 08 de dezembro de 2017.

Jornal do Comércio

Colunas

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Carlos Pires de Miranda

De Olho na tevê

Notícia da edição impressa de 05/12/2017. Alterada em 04/12 às 22h08min

Sonhar, por que não?

Time por time, o Real é claramente superior. Elenco por elenco, mais ainda. A chance do Grêmio começa por respeitar seu primeiro adversário - lembra o Mazembe? -, prossegue pelo potencial agregador de Renato e pode, sim, culminar em campo frente ao clube mais rico do mundo, onde joga o melhor jogador do planeta. Como? Ora, a motivação do Tricolor será insuperável; já o adversário, em meio a dificuldades que enfrenta na Liga Espanhola, parece que estará cumprindo uma tarefa burocrática em Dubai. Azar dele.
Renato, o maior dos campeões
Claro que a direção tem méritos, soube conduzir o clube serenamente por entre os escombros da crise econômica brasileira, contratou, recontratou, fez vendas necessárias, emprestou jogadores excedentes, enfim, administrou. E também venceu. O grupo, unido e fisicamente bem preparado, foi grande nos gramados da América. O título da Libertadores é de todos, mas ninguém é mais campeão do que Renato. No começo, a maioria dos torcedores e dos jornalistas - me incluo nessa - o considerava apenas um motivador. Hoje, todos o reconhecem como expert em futebol.
A gangorra desabou
A figura do brinquedo, ao que consta criada por Lauro Quadros, encontra-se em completo desnível: o Grêmio leva a Liberta, o Inter é vice da Série B. Pois bem: diante de tantos obstáculos, sendo o mais alto a penúria financeira, cabe aos colorados ter em mente que o elenco não serve para a Série A. Cair não cai mais, mas ser apenas figurante no próximo Brasileiro não seria papel para a grandeza do clube. Um: se reforça. Dois: tem paciência com o novel treinador. Três: traça uma meta factível - por exemplo, entrar na Libertadores de 2019. Quarta: atinge a meta. E era isso.
Uma selfie valorizadíssima
Em janeiro do ano passado calhou de estarmos em Orlando durante a Florida Cup. Quando o Pedro, então com seis anos, soube que o ídolo Tite e o Corinthians estavam a 20 minutos do nosso condomínio, obrigou-nos a assistir a um treino. O elenco era divido por grupos, o professor Mauri treinava os goleiros, o auxiliar Fábio, a defesa, Tite fazia o resto. Ao final, quem não subiu para o hotel em carrinhos elétricos foi caminhando. Como nós, Cléber Xavier e Fábio. Eles venceram uma cerca de arame farpado, gentilmente a abriram para nós e aí o Pedro lhes pediu uma selfie.
Um fenômeno da nova geração
"Mas eu não sou o Mahseredjian, sou outro Fábio", preveniu o auxiliar, imaginando um engano daquele menino que hoje, orgulhoso, exibe a foto com Carille. No Paulistão de 2017 seu time era considerado a quarta força. Venceu todos os clássicos e foi campeão. Iniciou o Brasileiro projetando modesta vaga na Libertadores e já na 35ª rodada chegou ao título - mérito, em grande parte, do estudioso e humilde Fábio Carille. É um fenômeno, iniciando a caminhada rumo ao patamar em que habita o grande Tite, um de seus mestres.
 
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Comentários
Dorian R. Bueno 08/12/2017 10h00min
BAH TCHÊ, GRAÇAS A DEUS O MEU PAIZÃO ADERLI GREMISTA VOLTOU PRA CASA!!!nnO vivente saiu do Hospital Conceição na última quarta feira chegando à sua casa no meio da tarde, e já foi colocado no seu recanto do guerreiro, ou seja, na sua metade de cama. Para distrair este paciente Gremista que estava ligado no tubo da sonda tomando uma água vitaminada, ligamos a TV e ele assistiu o jogo do Real Madrid 3 x 2 Borussia. Foi bom para ele ir se acostumando com este time merengue, porque caso o time dele passe pelo o primeiro jogo, poderão se encontrar na final no verdadeiro mundial da FIFA. Já pararam para pensar que se realmente acontecer este jogo e o Grêmio vencer o Real Madrid, vão dizer que o Rio Grande do Sul além de ser o melhor País praticante de futebol do mundo, a imprensa de todo o mundo também lembrará que o Internacional venceu o Barcelona naquela final de 2006. A dupla Grenal estará acima destes timinhos da Espanha que tremem contra nós Gaúchos Tchê. Agora voltando para a nossa realidade e com os pés no chão, lembrei o meu Paizão que como estava de fraldão, que ficasse na boa e sem esta de querer fazer sexo com a minha mãe para matar a saudade. Caíram todos na risada, já que ele estava bem mijado e cagado. Vamos assim nesta levada alegre se acostumando com esta nova rotina de cuidados. Deus sabe o que faz, e tomara que o Pai possa ter força para resistir estas mudanças de hábitos. Abs. Dorian Bueno, POA, 08.12.2017 n