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Porto Alegre, quarta-feira, 03 de janeiro de 2018.

Jornal do Comércio

JC Logística

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Energia

Notícia da edição impressa de 04/01/2018. Alterada em 03/01 às 18h06min

Biomassa garante energia à indústria de móveis do Paraná

Produzir energia a partir da biomassa faz parte do receituário da sustentabilidade e das preocupações ambientais, que costumam ser relacionadas ao futuro do planeta. Mas a novidade surge, de fato, quando uma ação desse tipo se articula a um sistema de produção industrial autossuficiente em termos energéticos. É exatamente o que o Grupo Asperbras irá colocar em prática nos próximos meses com a usina de biomassa de Guarapuava (PR), que vai gerar eletricidade para alimentar uma fábrica de placas de MDF - material elaborado com fibras de madeira e usado na indústria de móveis. Detalhe: a energia será produzida a partir dos resíduos das fábricas de móveis e madeiras de florestas da região de Guarapuava (PR).
"O resíduo das fábricas de móveis e madeiras de florestas, servem de biomassa para geração de energia em uma região impactada por fábricas de móveis. Contribuímos duas vezes na cadeia de produção", afirma o sócio do Grupo Asperbras José Maurício Caldeira.
A Asperbras tem em seu plano de investimento projetos desenvolvidos para trabalhar com eucalipto, tal estratégia se iniciou com o desenvolvimento de florestas em fazendas da família dos acionistas na região de Água Clara e Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, onde o cultivo do eucalipto se tornou preponderante. A ideia inicial era fornecer eucalipto aos players de celulose que se instalaram na região.
Após o estudo de viabilidade de negócios com a agregação de valor à produção, foi iniciada a fabricação de MDF, que acabou por se desenvolver em Água Clara. Contudo, dentre os projetos apresentados, havia o de geração de energia por biomassa. Surgiu a oportunidade de investimento em Guarapuava (PR), o que fez o grupo refletir sobre a responsabilidade ambiental, e definir a aquisição de uma planta de geração de energia com base na biomossa de madeira. A potência da usina é igual ao déficit de consumo na planta de MDF em Água Clara, aproximadamente 10 MW.
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