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Porto Alegre, terça-feira, 14 de novembro de 2017.

Jornal do Comércio

Política

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Protestos

Alterada em 14/11 às 20h41min

Cpers bloqueia acesso a prédio da Federasul em Porto Alegre

Cpers bloqueia acesso ao Palácio do Comércio: "Cheguei chegando para fechar a Federasul"

Cpers bloqueia acesso ao Palácio do Comércio: "Cheguei chegando para fechar a Federasul"


Federasul/Divulgação/JC
Professores estaduais em greve bloquearam nesta terça-feira (14) o acesso ao prédio do Palácio do Comércio, no Centro de Porto Alegre, sede da Federação das Associações Comerciais do Estado (Federasul). O alvo da manifestação era a Federasul, que reagiu por meio da sua presidente, Simone Leite. "Cheguei chegando para fechar a Federasul", enviou a dirigente, pelo aplicativo do WhatsApp, citando que pessoas que trabalham no local e diretores da federação forma impedidos de ingressar no prédio. 
Os professores, que estão há mais de dois meses parados, saíram da sede do sindicato na avenida Alberto Bins e rumaram para a sede da federação. “O vice-governador, José Paulo Dornelles Cairoli, veio desta casa. Este prédio, assim como o da Fiergs (Federação das Indústrias), representa os empresários que sonegam impostos que não entram nos cofres públicos para honrar os nossos salários", disse o Cpers, em nota em seu site.
"Viemos aqui para dizer que assim, como os empresários que sugam o Estado, impedindo que possamos receber nossos salários em dia, parando as nossas vidas, hoje nós vamos parar o funcionamento desta casa”, declarou a presidente do Cpers, Helenir Aguiar Schürer. Os manifestantes ficaram na porta do Palácio do Comércio até o começo da tarde, depois seguiram em direção ao Palácio do Piratini, sede do governo estadual, para continuar a protestar. 
A diretoria da Federasul divulgou nota em que "lastima a postura agressiva da manifestação do Cpers, intimidando pessoas que tentam trabalhar e fazer a sua parte num momento tão difícil para todos, muitos de forma absolutamente voluntária, como é o caso de toda a diretoria". "Triste perceber que, mesmo em 2017, no encontro do mundo real com o mundo de faz de conta dos populistas, um Sindicato deste porte continue tentando terceirizar a responsabilidade por décadas de corporativismo irresponsável." Na nota, a entidade empresarial disse que reconhece o papel dos professores, mas focou naqueles que continuam a dar aula mesmo com salário parcelado. 
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