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Porto Alegre, segunda-feira, 13 de novembro de 2017.

Jornal do Comércio

Política

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Senado Federal

Notícia da edição impressa de 14/11/2017. Alterada em 13/11 às 22h32min

Cristovam Buarque será candidato à presidência

Com a aproximação das campanhas eleitorais, começou a temporada de licenças no Senado e a posse dos suplentes sem voto. Depois do senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES), que se afastou, na semana passada, por mais de 120 dias, dando posse ao empresário Sérgio Castro (PDT-ES); na segunda-feira, foi a vez do senador Cristovam Buarque (PPS-DF) anunciar que ficará fora do mandato, por quatro meses, para trabalhar junto à militância seu pleito à vaga de candidato do PPS à presidência da República. No seu lugar vai assumir o petista Wilmar Lacerda (PT-DF), ex-secretário do ex-governador do Distrito Federal Agnelo Queiroz (PT) e citado no mensalão.
Dos 81 senadores, hoje, 11 são suplentes que assumiram pelo afastamento temporário dos titulares para ocupar cargos de ministro, governador, secretário de estado, ou em função de morte, licença ou cassação do senador eleito.
Ao anunciar ontem sua licença, Cristovam disse que vai iniciar uma rodada de conversas com a população e a militância do PPS. E disse que se sente pronto e preparado, porque o Brasil está precisando  "retomar uma coesão de seus 200 milhões de habitantes".
"O Brasil está no processo de escolha de quais serão os candidatos à presidência da República dentro de cada partido. E eu estou pleiteando, dentro do meu partido, ser o candidato do PPS. Estou fazendo isso por diversas razões. Uma é que eu creio que, no momento que o País vive, ninguém tem o direito de ficar fora desse processo, a não ser que o partido não queira. E aí é um direito, claro. Mas cada um de nós tem que dizer: eu estou pronto, eu estou disposto; e, obviamente, eu estou preparado", disse Cristovam da tribuna.
No plenário, Cristovam recebeu o apoio dos senadores Reguffe (Sem partido-DF), Roberto Muniz (PP-BA) e Wellington Fagundes (PR-MT). No discurso, o senador lembrou que, na disputa presidencial de 2006, teve 2,5% dos votos, disputando com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o governador Geraldo Alckmin (PSDB).
"A minha mãe pediu que Vossa Excelência entrasse na disputa presidencial. Pelo menos o voto dela o senhor terá", brincou o senador Roberto Muniz , em aparte.
Ao justificar sua licença de mais de 120 dias, para permitir a posse do suplente Sérgio Castro (PDT-ES), Ricardo Ferraço disse que se afastaria em protesto contra a votação do Senado que permitiu a volta de Aécio Neves (MG).
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