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Porto Alegre, segunda-feira, 13 de novembro de 2017.

Jornal do Comércio

Política

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partidos

Notícia da edição impressa de 14/11/2017. Alterada em 13/11 às 21h32min

Marconi Perillo aceita chapa única para a Executiva nacional da sigla

O governador de Goiás, Marconi Perillo comunicou ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso que concorda com a definição de uma chapa única para a eleição da Executiva nacional do PSDB, mas afirmou que manterá sua candidatura à presidência do partido quando a nova Executiva for eleger o sucessor do presidente licenciado Aécio Neves (MG).
O presidente interino, Alberto Goldman, e Fernando Henrique estão tentando evitar a disputa entre Perillo e o senador Tasso Jereissati (CE), colocando o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, como um nome de consenso. Alckmin já avisou, contudo, que só aceitaria se fosse aclamado, sem disputar com os outros dois candidatos.
Um dia depois das convenções que elegeram as executivas estaduais, que vão eleger a nacional, Perillo demonstrou segurança e avisou que não pretende abrir mão da candidatura: "O fato é que minha candidatura está absolutamente de pé. Vou até a convenção como candidato a presidente do PSDB, sempre buscando a unidade e o consenso. Ontem (domingo) à noite falei com FHC, que estava em Washington. Na hora de escolher a Executiva, se tiver duas candidaturas ou três, vota, escolhe, define, quem ganhar ganhou, e vamos tocar para a frente", disse Marconi.
 

Em convenção, Geraldo Alckmin é aclamado pré-candidato ao Planalto

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), foi ovacionado neste domingo como pré-candidato ao Palácio do Planalto por militantes e dirigentes tucanos durante a convenção paulista do PSDB. Em meio à disputa pelo comando nacional da legenda, pela primeira vez ele mudou o tom e já não descarta a possibilidade de assumir a sigla. Aos correligionários e lideranças de cinco partidos aliados, Alckmin fez um discurso de campanha para destacar a necessidade de união dos integrantes de sua legenda.
Alckmin chegou à Assembleia Legislativa, na capital paulista, local da convenção, ao lado do ex-governador Alberto Goldman, que assumiu o cargo de presidente interino do partido após o senador Aécio Neves (MG) destituir o colega Tasso Jereissati (CE) do posto. Tasso e Marconi Perillo, governador de Goiás, vão disputar o comando da legenda na convenção nacional marcada para o dia 9 de dezembro. O tucano foi cercado por militantes que pediam "Geraldo presidente".
"Nós precisamos de unidade. Mas eu pergunto: união e unidade para quê? Para mudar o Brasil. Essa tem de ser a nossa mensagem, a nossa proposta. Com todos os riscos e com muita coragem", disse. Em seguida, afirmou que é a hora de o PSDB voltar às suas origens, ir ao encontro do povo, buscar a eficiência da gestão para reduzir as desigualdades e fazer o país voltar a crescer.
Sem mencionar nenhum dos dois cargos - o de presidente da República e o do partido -, Alckmin reconheceu que o PSDB vive um grande desafio e, já fora do palco, afirmou aos jornalistas que a decisão sobre quem vai comandar a sigla deve ser coletiva. "Vamos aguardar. Essa é uma decisão coletiva do Brasil inteiro. Vamos primeiro completar essa fase das convenções estaduais." A declaração representa uma mudança no discurso.
Até este domingo, ele rejeitava a possibilidade de assumir a presidência para pacificar a sigla.
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