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Porto Alegre, terça-feira, 14 de novembro de 2017.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 14/11 às 17h58min

Juros fecham em alta antes do feriado; mercado retoma cautela com Previdência

Os juros futuros fecharam a sessão regular em alta nesta terça-feira, com exceção dos vencimentos curtos que ficaram estáveis. As taxas devolveram à tarde o movimento de baixa visto pela manhã quando ainda reagiam positivamente à saída na segunda-feira do ministro Bruno Araujo (PSDB), do Ministério das Cidades, visto como fator catalisador da reforma ministerial que pode abrir espaço para a tramitação da reforma da Previdência. O mercado começou a zerar a queda a partir do começo da tarde, em movimento coordenado com os demais ativos domésticos e atribuído à típica cautela pré-feriado.
A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2019 fechou estável em 7,27% e a do janeiro de 2020 subiu de 8,58% para 8,63%. A taxa do DI para janeiro de 2021 terminou em 9,52%, de 9,44% no ajuste de segunda-feira. O DI para janeiro de 2023 encerrou com taxa de 10,35%, de 10,25%. Às 16h34, o dólar à vista estava em R$ 3,3073 (+0,29%), depois de ter rompido os R$ 3,31 mais cedo nas máximas. O Ibovespa tinha perdas de 1,74%, aos 71.217,60 pontos.
Na quarta, enquanto os mercados domésticos estarão fechados em razão do feriado da Proclamação da República, nos Estados Unidos será divulgado o índice de inflação ao consumidor (CPI, na sigla em inglês), e o investidor preferiu não ficar exposto ao risco de um índice fora do esperado. Na manhã desta terça, saiu o índice de preços ao produtor (PPI, na sigla em inglês) de outubro, que subiu 0,4%, acima do previsto pelos analistas (+0,1%).
Além do mais, internamente, a despeito da movimentação do presidente Michel Temer para troca de ministros elevar as chances de encaminhamento da reforma da Previdência, os agentes retomaram a cautela com o tema.
"Claramente, há aumento da incerteza política e dificuldade em retomar a Previdência, mesmo em versão mais enxuta, e uma agenda que contempla a necessidade de aprovar medidas fiscais importantes até o final do ano", disse o economista-chefe do Banco Safra Carlos Kawall.
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