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Porto Alegre, segunda-feira, 13 de novembro de 2017.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 13/11 às 10h12min

Taxas futuras de juros sobem pressionadas por dólar e juros dos Treasuries

Os juros futuros de médio e longo prazos operavam em alta na manhã desta segunda-feira (13) pressionados pela valorização da moeda americana e dos juros dos Treasuries no exterior em meio a expectativas sobre o andamento da reforma tributária dos Estados Unidos.
Na renda fixa local, os investidores devem monitorar as articulações do governo em torno de uma reforma ministerial nos próximos 15 dias, visando garantir o apoio à reforma da Previdência. Com o desembarque do PSDB do governo Temer, no fim de semana, a expectativa é de que o Centrão poderá ganhar espaço, enquanto o PSDB deverá perder dois ministérios, dos quatro que possui hoje.
Os mercados locais devem fechar na quarta-feira por causa de feriado nacional da Proclamação da República. Com isso, não haverá sessão na Câmara dos Deputados na semana toda e, ainda, com o feriado também na segunda-feira, da Consciência Negra, os parlamentares só voltarão ao trabalho na terça-feira da semana que vem, dia 21.
Nos EUA, nesta segunda-feira, o Comitê de Finanças do Senado norte-americano começa a debater o projeto de reforma tributária elaborado pelos senadores republicanos (18 horas). Além disso, durante a semana, o plenário da Câmara dos Representantes vota a proposta de reforma tributária elaborada pelos deputados republicanos.
Às 9h49min, o DI com vencimento em janeiro de 2020 exibia 8,60%, de 8,57% no ajuste de sexta-feira. O DI para janeiro de 2021 estava em 9,43%, de 9,41% no ajuste de sexta-feira. No câmbio, o dólar à vista subia 0,25%, aos R$ 3,2869.
O dólar futuro de dezembro estava em alta de 0,26%, aos R$ 3,2935. Em Nova Iorque, o juro da T-Note de dois anos subia a 1,6543%; e a taxa da T-Note 10 anos, a 2,3744%.
Na agenda, o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, segue nesta segunda no encontro bimestral de Presidentes de Bancos Centrais, promovido pelo Banco de Compensações Internacionais (BIS), em Basileia, na Suíça. Na quinta-feira será divulgado o Índice Geral de Preços - 10 (IGP-10) de novembro e, na sexta-feira, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) do terceiro trimestre.
Já na Pesquisa Focus, divulgada nesta segunda mais cedo, houve revisão para cima da projeção para Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para 2017 de 3,08% para 3,09% e para 2018, de 4,02% para 4,04%. No Top5 médio prazo, no entanto, as projeções para 2017 caíram de 3,05% para 3,03%, e para 2018 passaram de 4,00% para 3,95%. A projeção para Selic em 2017 e em 2018 seguiu em 7% ao ano. Para o Produto Interno Bruto (PIB), as estimativas do mercado permaneceram em 0,73% para 2017 e em 2,50% para 2018.
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