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Porto Alegre, sexta-feira, 10 de novembro de 2017.

Jornal do Comércio

Economia

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Agronegócios

Alterada em 10/11 às 10h52min

Lucro líquido da BRF vai a R$ 137,6 milhões, alta de 666% na comparação anual

Empresa investiu R$ 369 milhões no terceiro trimestre, dos quais R$ 138 milhões para crescimento

Empresa investiu R$ 369 milhões no terceiro trimestre, dos quais R$ 138 milhões para crescimento


NELSON ALMEIDA/AFP/JC
A BRF fechou o terceiro trimestre com lucro líquido de R$ 137,6 milhões, alta de 666% sobre o mesmo período do ano anterior, de R$ 18 milhões, em função dos melhores resultados operacionais e financeiros, estes positivamente impactados pela adesão ao Programa Especial de Regularização Tributária (PERT), como explica a administração em relatório de resultados.
O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) consolidado ficou em R$ 1,074 bilhão, 21,3% maior que no terceiro trimestre de 2016, explicado pela melhor dinâmica comercial dos mercados, menor custeio dos grãos e maior alavancagem operacional. A margem Ebitda cresceu para 12,3%, de 10,4% antes.
A receita líquida somou R$ 8,732 bilhões, 2,6% acima na mesma comparação. A companhia destacou que a cifra é 8,8% superior ao segundo trimestre, impulsionada "pelo momento setorial mais favorável, o novo modelo de negócio e a nova estrutura organizacional anunciada em julho deste ano."
O resultado financeiro líquido representa uma despesa 17,4% menor, para R$ 351 milhões. O valor nominal dos débitos incluídos no PERT foi de aproximadamente R$ 455 milhões, sendo que 20% serão pagos em parcelas mensais até dezembro de 2017 e o saldo remanescente em 145 parcelas mensais.
A BRF investiu R$ 369 milhões no terceiro trimestre, dos quais R$ 138 milhões para crescimento, eficiência e suporte; R$ 73 milhões para ativos biológicos; e R$ 58 milhões para arrendamento mercantil e outros. No terceiro trimestre de 2016 o capex havia sido maior, de R$ 641 milhões. "A redução do nível de investimento da companhia frente ao trimestre anterior reflete um cenário macroeconômico e setorial mais desafiador, além do comprometimento da companhia com a trajetória de redução do patamar de alavancagem."
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