Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, sexta-feira, 10 de novembro de 2017.

Jornal do Comércio

Economia

CORRIGIR

transportes

10/11/2017 - 10h18min. Alterada em 10/11 às 10h34min

Tribunal do Reino Unido diz que Uber deve oferecer direitos trabalhistas mínimos

Empresa argumenta que os motoristas são autônomos que poderiam perder 'a flexibilidade'

Empresa argumenta que os motoristas são autônomos que poderiam perder 'a flexibilidade'


UBER/DIVULGAÇÃO/JC
O Tribunal de Apelações sobre Emprego do Reino Unido decidiu nesta sexta-feira que os motoristas que trabalham para o Uber tem direito a proteções trabalhistas básicas, como um salário mínimo garantido e descanso remunerado. A magistrada Jennifer Eady rejeitou uma apelação da companhia, o que deve ter grandes implicações para aqueles que trabalham na chamada economia compartilhada, com pouca segurança e poucos direitos.
Os autores da petição, Yaseen Aslam e James Farrer, buscavam um salário mínimo e férias pagas, em linha com a lei do Reino Unido. O Uber argumenta que os motoristas são autônomos que poderiam perder "a flexibilidade pessoal que valorizam", caso a empresa perdesse o caso.
Gerente-geral em exercício do Uber no Reino Unido, Tom Elvidge disse que os motoristas de táxi e privados têm sido autônomos há décadas no país, "bem anos de nosso aplicativo existir". Segundo ele, os motoristas usam o serviço de sua empresa por valorizar "a liberdade de escolher se, quando e onde irão dirigir", por isso o Uber pretende apelar novamente.
Sediada em San Francisco, na Califórnia, o Uber se descreve como uma companhia de tecnologia que liga motoristas autônomos a pessoas interessadas nesse serviço. Fonte: Associated Press.
CORRIGIR
Seja o primeiro a comentar esta notícia