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Porto Alegre, quinta-feira, 09 de novembro de 2017.

Jornal do Comércio

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Vinicius Ferlauto

Giro Rápido

Notícia da edição impressa de 10/11/2017. Alterada em 09/11 às 20h33min

Combustível sintético

A Audi está apostando na ideia do "e-combustível" ou combustível sintético. Nos últimos anos, a empresa vem conduzindo pesquisas sobre combustíveis com base em CO2. Para produzi-los, plantas convertem energia hidrelétrica em combustível sintético. Um princípio químico é aplicado: a energia "verde" gerada pela usina hidrelétrica resulta em hidrogênio e oxigênio por meio da eletrólise da água. No passo seguinte, o hidrogênio reage com o CO2, que pode ser obtido da atmosfera ou de gases residuais biogênicos. Em todos os e-combustíveis da Audi, essa é a única fonte de carbono. Longas cadeias de compostos de hidrocarboneto são formadas. No processo final, os compostos de hidrocarbonetos são separados em e-combustível e ceras - estas, usadas em outras áreas da indústria.
Fim de linha
A Renault confirmou a aposentadoria do sedã Fluence no Brasil - suas vendas continuam apenas enquanto durarem os estoques nas concessionárias. A "culpa", segundo a marca, é do SUVs, que dominam a preferência dos consumidores de veículos médios. Por isso, a Renault concentrará seus esforços no Captur e no Duster.
Reação nas financeiras
O aumento das vendas de veículos impacta diretamente o mercado de crédito. Desde o início do ano até setembro, os bancos de montadoras e instituições independentes liberaram R$ 72 bilhões para financiar a compra de automóveis, o que se traduz em alta de 20,8%. Desse total, R$ 70,7 bilhões foram destinados aos contratos de CDC e o restante, para o leasing. Outra boa nova é a queda na taxa de inadimplência. No nono mês de 2017, o índice de consumidores que deixaram de quitar seus contratos de CDC atingiu 3,9%, o menor do ano. Em setembro, as taxas praticadas pelos bancos ligados às montadoras foram mais atraentes na comparação com as adotadas pelas instituições independentes: juros de 20% ao ano e 1,53% ao mês, contra 23% e 1,74%, respectivamente. Os dados são da Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras - Anef.
Autonomia total
O Grupo Renault desenvolveu um sistema de condução autônoma capaz de gerenciar cenários desafiadores. Pela primeira vez, um veículo pôde fazer uma manobra para evitar uma colisão com a mesma taxa de sucesso que pilotos de teste profissionais. A iniciativa acompanha a ambição do Grupo Renault de se tornar um dos primeiros fabricantes de automóveis a oferecer uma tecnologia de condução autônoma de nível 4 do tipo "Mind off" - sem supervisão do condutor.
Europa na vanguarda
Ford Motor Company, BMW Group, Daimler AG e Volkswagen Group anunciaram a formação de uma joint venture, chamada Ionity, com sede na Alemanha, para desenvolver e instalar uma rede de recarga de veículos elétricos em toda a Europa. Prevendo a abertura de cerca de 400 estações de recarga de alta potência até 2020, a Ionity quer facilitar as viagens de longa distância, um passo importante para o avanço do uso dos veículos elétricos. Um total de 20 estações serão inauguradas ainda neste ano, localizadas nas principais estradas de Alemanha, Noruega e Áustria, em intervalos de 120 quilômetros. Em 2018, a rede será ampliada para mais de 100 estações, que permitirão a recarga simultânea de vários veículos de diferentes marcas. A rede usará o padrão europeu de carregamento chamado "Combined Charging System" (Sistema de Carregamento Combinado), reduzindo significativamente o tempo comparado aos sistemas atuais. O conceito multimarca e a distribuição em toda a Europa devem ajudar a popularizar os veículos elétricos no Velho Continente.
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