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Porto Alegre, quarta-feira, 29 de novembro de 2017.

Jornal do Comércio

JC Logística

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Petróleo

Notícia da edição impressa de 30/11/2017. Alterada em 29/11 às 18h24min

Consórcio pretende instalar mais três plataformas em Libra

FPSO Pioneiro tem capacidade de produção de 50 mil barris diários de óleo

FPSO Pioneiro tem capacidade de produção de 50 mil barris diários de óleo


/FELIPE KATEB/PETROBRAS/DIVULGAÇÃO/JC
O consórcio liderado pela Petrobras que opera a área gigante de Libra, no pré-sal na Bacia de Santos, planeja instalar três plataformas até 2023 com capacidade para produzir 540 mil barris de petróleo por dia, cerca de 25% da produção atual de 2,1 milhões de barris diários. O gerente executivo da Petrobras de Libra, Fernando Borges, explicou que o navio-plataforma (FPSO) Libra 1 deverá ser contratado neste ano para entrar em operação a partir de 2021.
Até o próximo dia 1 de dezembro o consórcio enviará à Agência Nacional do Petróleo (ANP) o pedido de declaração de comercialidade do primeiro campo da área de Libra, onde está o navio plataforma Pioneiro de Libra.
Libra é operado pelo consórcio liderado pela Petrobras, além dos sócios Shell, Total e as chinesas Cnooc e CNPC. No regime de partilha, a União ficará com uma parcela do óleo que for produzido. Nesse caso, a União vai receber 41,65% do excedente em óleo extraído do campo, após deduzidos todos os custos e os investimentos que forem realizados no desenvolvimento do campo.
Quatro anos depois de ser arrematado no primeiro leilão do pré-sal no regime de partilha, começou, no domingo, a produção do primeiro óleo de Libra, a cerca de 200 quilômetros da costa do Rio de Janeiro. A produção começou com o início dos Testes de Longa Duração (TLD) por meio do FPSO Pioneiro de Libra. O TLD é uma etapa que antecede a produção com um sistema definitivo e serve para avaliar uma série de fatores como o comportamento do reservatório e a produtividade, entre outras coisas. O Pioneiro de Libra tem capacidade de produção de 50 mil barris diários de petróleo.
Fernando Borges destacou os desafios tecnológicos, como a grande presença de CO2 (gás carbônico) que chega a ser quase a metade do gás existente no reservatório: "Cerca de 45% do gás existente no reservatório é de CO2, que precisa ser todo reinjetado. Mas o lado positivo é que o gás aumenta a recuperação de óleo. Os poços em Libra são de altíssima produtividade, por isso esperamos que, nos testes esse poço, chegue a 40 mil barris por dia de produção.
O FPSO Pioneiro de Libra foi afretado pela Petrobras do consórcio formado pela Odebrecht óleo e Gás (OOG) com a Teekay Offshore Partners, que vai operar a embarcação. O Pioneiro de Libra entra em operação com cerca de um ano de atraso em relação ao cronograma original, por uma série de problemas, tanto na fase de produção quanto após sua chegada ao Brasil.
 
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