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Porto Alegre, terça-feira, 10 de outubro de 2017. Atualizado às 23h35.

Jornal do Comércio

Política

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operação lava jato

Notícia da edição impressa de 11/10/2017. Alterada em 10/10 às 21h15min

MP denuncia Sérgio Cabral, 'Rei Arthur' e o ex-secretário Sérgio Côrtes

O Ministério Público Federal (MPF) denunciou o ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral (PMDB), o ex-secretário de Saúde Sérgio Côrtes, o empresário Arthur César de Menezes Soares Filho, conhecido como "Rei Arthur", e mais cinco pessoas no âmbito da Operação Unfair Play, que investiga, entre outros fatos, a compra de votos para que o Rio de Janeiro fosse escolhido como sede da Olimpíada de 2016.
Cabral é acusado de receber US$ 10,4 milhões em propina de "Rei Arthur", entre março de 2012 e novembro de 2013, e ocultar o valor no exterior, além de ter recebido R$ 1 milhão no Brasil. De acordo o MPF, o pagamento era feito no País com entregas de recursos em espécie, celebração de contratos fictícios com membros da organização criminosa e pagamento de despesas pessoais. O ex-governador foi denunciado por corrupção passiva, evasão de divisas e lavagem de dinheiro; e o empresário, por pertencimento à organização criminosa, corrupção ativa e lavagem de dinheiro.
Apesar de a Operação Unfair Play investigar a compra de votos em favor da Rio-2016, o fato não foi especificamente alvo dessa denúncia. Por isso, o presidente do Comitê Olímpico do Brasil (COB), Carlos Arthur Nuzman, não está entre os denunciados.
Essa é a 15ª denúncia contra o ex-governador na Lava Jato. Em um dos processos, Cabral foi condenado pelo juiz Sérgio Moro, a 14 anos e 2 meses de prisão e, em outro, foi condenado pelo juiz Marcelo Bretas a 45 anos de prisão.
 
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