Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, segunda-feira, 09 de outubro de 2017. Atualizado às 19h26.

Jornal do Comércio

Política

COMENTAR | CORRIGIR

operação lava jato

09/10/2017 - 19h26min. Alterada em 09/10 às 19h29min

Justiça adia novamente depoimentos de Cunha e Funaro

O juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara Federal em Brasília, adiou mais uma vez os interrogatórios do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB) e do corretor Lúcio Funaro na ação que investiga desvios na Caixa Econômica Federal. Eles iriam prestar depoimento nesta terça-feira (10), com continuidade na quarta-feira (11).
Ainda não há data marcada para os novos depoimentos, que devem ficar para a próxima semana. Os sucessivos adiamentos têm como pano de fundo o compartilhamento da delação de Funaro, que ainda não chegou à Justiça Federal. O acordo de delação do corretor foi celebrado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e homologado pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
Decisão liminar do Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou que as defesas devem ter aceso formal à íntegra da delação para a realização das sessões. O pedido foi feito pelos advogados do ex-ministro Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), também alvo do processo. Os advogados alegaram risco de "cerceamento do direito de defesa". Henrique Alves também prestaria depoimento na ação nesta semana.
Até a tarde desta segunda-feira (9), os documentos da delação de Funaro não haviam chegado à 10ª Vara. Quando o material chegar, a Justiça Federal ainda precisará abrir prazo para a defesa ter acesso aos documentos.
Em seus depoimentos, o corretor trouxe novas informações sobre os desvios no banco público, investigados na Operação Sépsis - conduzida pela 10ª Vara da Justiça Federal.
Cunha foi transferido de Curitiba para Brasília para seu interrogatório, mas diante do novo adiamento o juiz deve decidir o que fazer com a situação do ex-deputado. Ele pode ter o prazo de permanência prorrogado ou voltar a Curitiba, onde está preso, e prestar o depoimento por videoconferência.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia