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Porto Alegre, quinta-feira, 05 de outubro de 2017. Atualizado às 22h55.

Jornal do Comércio

Opinião

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Notícia da edição impressa de 06/10/2017. Alterada em 05/10 às 18h32min

Os dois Brasis

Paulo Vellinho
O Brasil brasileiro no qual vivi e vivo e onde escrevi a minha história, coloquei os meus sonhos, minhas energias, meus credos e esperanças não existe mais. O outro Brasil que o substituiu foi assassinado pela implantação de uma ideologia herdada e adotada pela esquerda brasileira (e latino-americana - lembram-se do Fórum SP?) ao copiar o ideário de Antonio Gramsci, (dissidente do sanguinário comunismo de Lenin), que optou pela comunização do nosso País utilizando uma ferramenta aparentemente menos dolorosa, mas letal ao construir uma nova sociedade que buscava e conseguiu implantar a hegemonia desse pensamento.
Tradução: a lavagem cerebral da sociedade ao ensiná-la a não pensar, substituindo por um processo lento e gradual de extermínio de todos aqueles valores que durante décadas havíamos abraçado: saúde, educação, currículo escolar, contestação de nossos credos não só religiosos, mas principalmente aqueles que estruturavam uma sociedade vencedora: amor à verdade, preservação do caráter, fortalecimento da disciplina e da ordem, e respeito aos mais sábios, que buscavam sempre o crescimento da sabedoria. Mais do que isso e acima de tudo, praticar direitos e deveres, quando bem definidos.
A contrapartida desses sonhos é a realidade que as novas gerações vão herdar que tal qual um tsunami desconstruiu o nosso Brasil, deixando para o futuro nada mais do que escombros do que já fomos, sem recursos para reconstruir, pois a politicagem, a corrupção, o corporativismo e o sindicalismo, atores dessa tragédia, saíram ilesos dessa luta injusta e cruel, com disponibilidade para continuar desfrutando das benesses do andar de cima, sem qualquer arranhão.
Empresário
 
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