Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quinta-feira, 12 de outubro de 2017. Atualizado às 18h16.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

mercado financeiro

Alterada em 12/10 às 18h18min

Dólar se fortalece após dado de inflação nos EUA

O dólar subiu nesta quinta-feira (12), beneficiado por números indicando alta dos preços ao produtor nos Estados Unidos. Os dados ajudaram a arrefecer temores causados pela ata da última reunião do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), divulgada ontem, que traz uma visão mais cautelosa do que o esperado por parte dos dirigentes da entidade.
Perto do horário do fechamento das bolsas em Nova Iorque, a moeda norte-americana caía a 112,26 ienes, de 112,38 ienes no mesmo horário de ontem. Já o euro recuava a US$ 1,1836, de US$ 1,1869.
Investidores voltaram a comprar dólares após a divulgação do índice de preços ao produtor (PPI, na sigla em inglês) de setembro, que subiu 0,4% ante agosto no cálculo com ajustes sazonais, segundo dados publicados hoje pelo Departamento do Trabalho. O resultado veio em linha com a previsão de analistas consultados pelo Wall Street Journal.
Na comparação anual, o PPI teve alta de 2,6% em setembro, maior avanço desde uma alta de 2,8% na comparação anual em fevereiro de 2012. O núcleo avançou 2,1%.
O dólar perdeu um pouco de força ontem, após a divulgação da ata do Fed. Nela, as autoridades se disseram atentas ao comportamento da inflação. Segundo o documento, um novo aperto monetário "dependeria dos dados econômicos nos próximos meses aumentar a expectativa dos dirigentes de que a inflação está avançando rumo à meta de 2% do comitê". No mês passado, o Fed sinalizou que aumentaria a taxa até o final do ano.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia