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Porto Alegre, quarta-feira, 25 de outubro de 2017.

Jornal do Comércio

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Edgar Lisboa

Repórter Brasília

Notícia da edição impressa de 26/10/2017. Alterada em 25/10 às 21h45min

Agenda positiva

Para a deputada federal gaúcha Yeda Crusius (PSDB), ex-governadora do Rio Grande do Sul e ex-ministra do Planejamento, a agenda positiva que o governo está anunciando para a próxima semana é uma necessidade. Segundo a deputada, o que estava impedindo, até agora, que isso fosse feito antes são as denúncias sucessivas. Ela lembra que "a agenda é a pauta do governo (Michel) Temer (PMDB)". A parlamentar afirma que "foi assim, pelo menos, que o PSDB recebeu a proposta o ano passado. E estas coisas todas que vão ser votadas deveriam ser prioridade para o País (reforma da Previdência, reforma tributária, reforma microeconômica). Então tem que ser feito, e a única coisa que impediu que fossem feitas antes foi o clima de denúncia", lamentou Yeda.
Divisão no PSDB
Quanto à divisão interna no PSDB e permanecer ou não no governo, Yeda Crusius afirmou que "a divisão é tão clara e a condução é tão mal levada pelo próprio PSDB". Disse que, "desde 17 maio, que a gente, na verdade, só pode contar que, passadas as eleições internas, agora, no dia 11 de novembro, haverá eleições para os diretórios estaduais, quando você fica sabendo como é que os estados estão, as tendências; e depois, em dezembro a escolha do presidente nacional, que eu espero que seja um agregador para acabar com essa fase do PSDB, que é absolutamente inaceitável, que exerce uma divisão parece que programada. Então uma vez feito isso, eu acho que aí vai ser a construção de uma candidatura para 2018 para botar conserto nesse País".
Nome para o Planalto
Questionada sobre algum nome para as eleições presidenciais, com chances para chegar ao Palácio do Planalto, a deputada Yeda Crusius respondeu de imediato: "eu tenho o nome que está sendo trabalhado para isso, que é um nome agregador, é o Marconi Perillo (PSDB-GO), governador de Goiás". Ela argumenta: "ele sabe construir, ele tem história, não é pré-candidato à presidência da República. Então, aí de novo, é aquilo que todo mundo está esperando, o povo em geral e nós da política, que os partidos se aprumem. "
Sem grandes mudanças
O deputado federal gaúcho José Fogaça (PMDB) avalia que "o governo vai mal, e cada decreto que faz é um retrocesso, com erros políticos grosseiros". Segundo o parlamentar, ex-prefeito de Porto Alegre, "o presidente Michel Temer fica sendo pressionado por setores políticos, pelas bancadas, e muitas das decisões são tomadas no bojo desse processo político". Na opinião de Fogaça, "como o governo não fez um plano estratégico, não tomou um posicionamento político, fica à mercê disso", conclui.
Pressões da base
O presidente Michel Temer "deu uma declaração dizendo que tem pena dos deputados que cedem às pressões das bases. Acho isso lamentável", enfatizou o deputado federal gaúcho Jerônimo Goergen (PP), acrescentando que "estou aqui, porque a base me mandou para representá-la. Eu não vim aqui para enfrentar a base. Não sei se isso foi uma ameaça de que o presidente vai pisar em cima da gente ou não. Mas, de qualquer forma, estou aqui, porque minha base pediu para representá-la".
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