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Porto Alegre, terça-feira, 10 de outubro de 2017. Atualizado às 23h31.

Jornal do Comércio

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Edgar Lisboa

Repórter Brasília

Notícia da edição impressa de 11/10/2017. Alterada em 10/10 às 21h43min

Pontes Brasil-Argentina

Na reunião da bancada gaúcha, nesta terça-feira, no Congresso Nacional, dois assuntos de importância para o Rio Grande do Sul, Brasil e Argentina foram apresentados por prefeitos e lideranças gaúchas buscando o apoio dos parlamentares: duas pontes ligando Porto Xavier e Porto Mauá à Argentina. Prefeitos e lideranças das missões estão garimpando recursos orçamentários. A sugestão é colocar uma emenda no orçamento e buscar dinheiro do Banco Mundial (Bird), já que existe ampla utilização para o turismo na rota das Missões que atingem os limites de Paraguai, Uruguai e Argentina com o Brasil, e também para utilização para o transporte de cargas.
Empreendimento tem investidor
O investimento deve estar na ordem de US$ 40 milhões, avalia o deputado Luis Carlos Heinze (PP), que participa do mutirão para construção das ligações. O parlamentar explica que, na ponte de Porto Mauá, já existe um encaminhamento mais concreto. Um investidor vai apresentar ao ministro dos Transportes, nesta quarta-feira, uma proposta com investimento em torno de US$ 40 milhões, de caráter público-privado, com o governo da Argentina e do Brasil, na qual seriam aportados recursos para a construção da ponte em troca da concessão, num prazo de 30 anos. A empresa aplicaria logo US$ 20 milhões e depois mais US$ 20 milhões para a construção da obra. O Brasil pagaria US$ 10 milhões a partir do quarto ano, e a Argentina também pagaria seus US$ 10 milhões a partir do ano quatro. "Os valores são apenas para que se tenha uma ideia", afirma o deputado Heinze, acrescentando: "é um assunto que vem sendo trabalhado há muitos anos, buscando atender aos interesses dessas comunidades".
Guardas municipais
Ao fazer um pronunciamento no plenário da Câmara relativo ao Dia da Guarda Municipal, comemorado nesta terça-feira, o deputado federal gaúcho Jones Martins (PMDB) sugeriu que o Parlamento adote medidas que permitam o uso de armas por integrantes das corporações, mesmo fora de serviço: "temos que nos mobilizar e aprovar medidas importantes para a segurança pública e para os profissionais das nossas guardas municipais". Na opinião do parlamentar, o guarda municipal deve ter porte de arma, não só durante o expediente, mas 24 horas por dia. "Muitos desses profissionais, que fazem a nossa segurança, saem do trabalho e ficam à mercê da criminalidade. Precisamos discutir esse tema e aprovar um plano de carreira para essa categoria", enfatizou Jones.
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