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Porto Alegre, quinta-feira, 05 de outubro de 2017. Atualizado às 22h55.

Jornal do Comércio

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Edgar Lisboa

Repórter Brasília

Notícia da edição impressa de 06/10/2017. Alterada em 05/10 às 20h44min

Porte de arma

O projeto de lei de autoria do deputado federal gaúcho Afonso Hamm (PP), que disciplina o uso de armas de fogo no campo, foi aprovado nesta quarta-feira na Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados. Hamm destacou que essa conquista atende aos anseios dos residentes rurais. "A insegurança migrou para o interior, por isso estamos propondo medidas que possibilitem que nossos agricultores e trabalhadores do meio rural tenham condições de garantir a segurança da sua família e do seu patrimônio, de forma responsável e cumprindo todos os requisitos exigidos", completou. A proposta segue para apreciação na Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, e depois para a Comissão de Constituição e Justiça, sendo conclusiva nas comissões.
Defesa das pessoas de bem
O deputado federal gaúcho Luis Carlos Heinze (PP) quer mais abrangência. Ele defende que seja aprovado imediatamente projeto de lei do deputado Rogerio Peninha Mendonça (PMDB-SC), que é mais abrangente e já está no plenário para ser votado. Disse que falou com o presidente Rodrigo Maia (DEM-RJ), que prometeu que, na próxima semana, vai colocar em votação matérias relativas à segurança pública, oportunidade em que o porte de armas também será apreciado.
Tudo é dificultado
Na opinião de Heinze, tudo o que é relativo a armas é dificultado. "Nós queremos facilitar para que as pessoas de bem, na cidade ou no interior, possam registrar uma arma. Hoje, a dificuldade é muito grande". E explica: "você pega um cara de Garruchos que mora a 100 quilômetros de São Borja, no Rio Grande do Sul, que tem que ir na Polícia Federal para poder pedir, digamos, para organizar a arma dele. Isso poderia ser feito numa delegacia de Polícia Civil, em seu próprio município".
Municípios têm polícia
Segundo o parlamentar gaúcho, "qualquer município, se não tem um delegado ou uma delegacia, tem uma portinha lá que tem um inspetor, que é alguma coisa da Polícia Civil". No Rio Grande do Sul, por exemplo, argumenta o deputado Heinze, são 497 municípios, no mínimo 480 têm alguém da Polícia Civil na cidade. "E nesse posto o cidadão se apresenta, e se não tem problemas com a Justiça, pode legalizar sua arma. Vai facilitar, além de baratear."
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