Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quarta-feira, 13 de setembro de 2017. Atualizado às 19h43.

Jornal do Comércio

Política

COMENTAR | CORRIGIR

operação lava jato

Alterada em 13/09 às 19h43min

Supremo Tribunal português acata pedido da AGU para extraditar alvo da Lava Jato

Agência Brasil
O Supremo Tribunal de Justiça de Portugal acatou pedido da Advocacia-Geral da União (AGU) para que o empresário Raul Schmhidt Felippe Junior, alvo da Operação Lava Jato, seja extraditado para o Brasil. Schmhidt, que tem cidadania portuguesa, está preso em Lisboa desde março do ano passado a pedido da Justiça brasileira e ainda pode recorrer do pedido de extradição ao Tribunal Constitucional português.
Raul Schmhidt é suspeito de intermediar pagamentos de propinas no valor de US$ 31 milhões aos ex-diretores da Petrobras Jorge Zelada, de quem seria sócio, Renato Duque e Nestor Cerveró.
Segundo a força-tarefa da Lava Jato, o empresário intermediou, em 2009, o pagamento de propina para a Diretoria Internacional da Petrobras na contratação da empresa Vantage Drilling Corporation para fretamento de navio-sonda por US$ 1,8 bilhão. Ele é acusado dos crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa.
Ainda de acordo com o Ministério Público Federal (MPF), Schmhidt também teria intermediado o pagamento de propina em contrato de fornecimento de navio-sonda pela empresa Pride International.
Após pedido do MPF, a AGU tem atuado no processo por intermédio de um escritório português, que segue orientação dos advogados da União e da Secretaria de Cooperação Internacional da Procuradoria-Geral da República (PGR).
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia