Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, sexta-feira, 08 de setembro de 2017. Atualizado às 19h34.

Jornal do Comércio

Política

COMENTAR | CORRIGIR

STF

Alterada em 08/09 às 19h36min

STF julgará suspeição de Janot na próxima quarta-feira

Agência Brasil
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin enviou hoje (8) ao plenário da Corte o recurso no qual a defesa do presidente Michel Temer pede a suspeição do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, para atuar em investigação relacionada ao presidente está em tramitação na Corte. O caso será julgado na quarta-feira (13).
A decisão do ministro atende a um recurso apresentado na semana passada pelo advogado Antônio Cláudio Mariz de Oliveira, representante de Temer. O defensor reafirma que, nos casos envolvendo o presidente, Janot extrapola os "limites constitucionais e legais inerentes ao cargo que ocupa".
Na quarta-feira (30), ao negar pedido de suspeição de Janot, Fachin entendeu que entendeu que não houve indícios de parcialidade do procurador durante as investigações. "No afã de envolver o senhor presidente da República em fatos incertos e não determinados, uma série de 'certezas' foram lançadas pelo Chefe do parquet [Ministério Público] que dificultaram sobremaneira uma análise isenta e desprovida de influências que só agora têm vindo à tona, sendo certo que toda a contextualização ora sintetizada, mas amplamente esmiuçada na exordial, evidencia a clara suspeição do Dr. Rodrigo Janot para a condução, no âmbito do Ministério Público Federal, de casos envolvendo o ora agravante [Temer]", sustenta a defesa.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia