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Porto Alegre, quinta-feira, 28 de setembro de 2017. Atualizado às 00h20.

Jornal do Comércio

Opinião

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Notícia da edição impressa de 28/09/2017. Alterada em 27/09 às 19h50min

Do zero ao um

Nei Rafael Filho
Mudança social através da informática é fato consagrado. Da última década em diante, o comportamento sofre alteração, e há obediência nossa em comando instalado no sistema de aplicativo. O código binário do algoritmo cibernético, zero e um, pretendente universal, distanciou o alfabeto fenício usual.
É prudente aceitar plausível a inteligência artificial, devido a aparatos eletrônicos diminutos, por domínio de engenho, nanologia, em expansão. O autômato de ontem, o robô, etimologia tcheca a dizer trabalho forçado, é hoje o androide experimental. Em breve, do hausto da nova ciência, a máquina se autodenominará. Tecnicamente, pensam. Joga e opina política, divisor tênue de fronteira do agir mecânico ao quase racional do computador mais avançado.
A dominação cibernética é idioma novo. Nada surpreende no texto, considerado o sofisma. Força reflexão. Nietzsche predicou, há mais de um século, que consciência é comunicabilidade. Matemáticos disseram isso, na soma do esforço insistente a fazer a máquina pensar. Do pontapé inicial, por Norbert Wiener a Alan Touring, sucederam Kurt Gödel e Alonzo Church. Em conjunto trabalharam na esteira do cálculo e axioma de análise numérica e de teorema árido, o da linguagem de completude de Zarmelo-Fraenkel, Karl Steinbuch e Johan Von Neumann.
O cientista destinado à revolução cibernética à utilidade estatística da provável verificação do fenômeno natural (aproximação de meteoro; terremoto) ou ao uso de meio de proteção ao organismo microscópico letal (vírus, bactéria resistente) enfrenta problema de arquitetura da modelagem, i.e., adequar componente à criação de Adão. A referência métrica decimal atual, a nanologia, se submeterá ao menor dimensionamento, embora já invisível. E adiante, mais ínfima será, permitindo adentrar novo conceito de dimensão. A cena social conviverá a um novo ator, de inteligência e decisão próprias à indústria e ciência.
Advogado
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