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Porto Alegre, quarta-feira, 13 de setembro de 2017. Atualizado às 17h53.

Jornal do Comércio

Opinião

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Notícia da edição impressa de 12/09/2017. Alterada em 11/09 às 19h25min

Unidos contra parcelamento de salários

Marcelo Gomes Frota
Oficiais militares estaduais, auditores fiscais, defensores públicos, promotores e delegados assinaram documento conjunto solicitando audiência com o governador do Estado. O objetivo é apresentar um conjunto de medidas tendentes a ampliar as receitas públicas a fim de que se restabeleça o pagamento integral dos servidores e militares no último dia útil do mês. Postura responsável, contributiva de profissionais que conhecem a fundo a gestão do Estado estão na pauta para o encontro com o governador.
A expectativa é que, após a reunião, o governo ponha em prática as medidas que serão sugeridas ou que venha a público e justifique porque não as empregou. Temos mantido reuniões regulares com encaminhamentos que serão dados a conhecer de acordo com a articulação estratégica da entidade em conjunto com as demais. O que não se admite é sequer perdure o parcelamento, quanto mais a união de duas folhas de pagamento, conforme vem sendo sugerido pelo governo. Ademais algumas explicações se impõem de imediato, passados 22 meses de atrasos, parcelamento de salários e fracionamento do 13º salário. Primeiro, o atraso de servidores do Executivo e os fornecedores em dia. Segundo, depósitos judiciais disponíveis para saque, deixados de lado para "momento de contingenciamento maior". Terceiro, descumprimento de decisões judiciais que determinam o pagamento dos salários, em contraste com recursos que interpõe o Estado, meramente postergatórios, esgotando todas as instâncias judiciais, evitando com isso a imediata cessação desta violação da dignidade da pessoa humana.
Assim, à mercê da reunião desses esforços e energias, uma vez mais se busca cumprir com inteligência estratégica e prontidão, preservando as prerrogativas das categorias em perfeita sintonia com os elevados interesses do cidadão do Rio Grande.
Presidente da Associação dos Oficiais da Brigada
 
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Comentários
Alvaro Kniestedt 13/09/2017 17h56min
Atrasar pagamento de Servidores Públicos, na verdade se constitui, afora todas outras desculpas possíveis, em duas verdades: A primeira é de imagem, já que nenhuma outra atitude do governante impacta tanto a comunidade - dando ares de austeridade - como o não pagamento de trabalhadores. Outra verdade é que não há "multa" por atraso de pagamento de funcionários públicos, o que configura um bom ganho financeiro deste recurso, que pode ser aplicado para outras finalidades.