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Porto Alegre, sexta-feira, 08 de setembro de 2017. Atualizado às 19h09.

Jornal do Comércio

Opinião

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Artigo

Notícia da edição impressa de 08/09/2017. Alterada em 07/09 às 22h05min

Uma missão necessária

Demétrio de Moura Lima
A ida do presidente Michel Temer (PMDB) à República Popular da China, juntamente com assessores, políticos e empresários, foi uma missão necessária em momento de transição positiva da economia brasileira. Depois de negociações com o presidente Xi Jinping e o primeiro-ministro Li Keqiang, Temer retorna ao Brasil com sólidos projetos e a promessa de cooperação bilateral com os chineses, principais parceiros comerciais do Brasil.
Aproveitou, em momento positivo para economia do País, mas de turbulência nas relações político-institucionais com um Congresso claudicante e um Ministério Público Federal atuante, para restabelecer os laços com o principal parceiro e segunda economia do mundo. Na verdade, buscou ocupar o espaço perdido pela ex-presidente Dilma Rousseff (PT), por ocasião da visita ao Brasil do primeiro-ministro chinês Li Keqiang, para renegociar os US$ 53 bilhões com a China e perdidos nas gavetas ministeriais e nos suntuosos escritórios das estatais brasileiras, para investimentos em energia elétrica, mineração, infraestrutura e manufaturas. Para a Petrobras, na ocasião, o Banco de Desenvolvimento da China prometeu repassar US$ 5 bilhões, acrescidos aos mais de US$ 10 bilhões que instituições chinesas já haviam aportado à estatal brasileira.
Na bagagem, o presidente Michel Temer traz a promessa da abertura de uma agência do Novo Banco de Desenvolvimento criado pelos Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) no Brasil. Haverá, para tanto, certamente, o empenho do vice-presidente da instituição, o brasileiro Paulo Nogueira Jr., sediado em Shanghai, onde fica a sede permanente do banco. E, no fulcro da esperança, a possibilidade de uma trégua na conturbada arena política e institucional.
Empresário
 
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