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Porto Alegre, terça-feira, 12 de setembro de 2017. Atualizado às 23h42.

Jornal do Comércio

Internacional

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Clima

Notícia da edição impressa de 13/09/2017. Alterada em 12/09 às 20h53min

No Caribe, vítimas do Irma sofrem com devastação

Seis dias após o furacão Irma tocar o solo do Caribe pela primeira vez, milhares de pessoas ainda sofrem com a falta de água, alimento e com a onda de violência que eclodiu nas ilhas mais afetadas. Quando atingiu o Caribe, o Irma, hoje transformado em tempestade tropical, era classificado como furacão de categoria 5 e um dos mais poderosos da história a se formar no Oceano Atlântico. Pelo menos 43 pessoas morreram. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), há a necessidade de alimentos, água e mais médicos.
Somente na parte holandesa de Saint Martin, cerca de 5 mil pessoas estão sem ter onde ficar por causa dos danos causados em 40% das construções. "É triste quando você volta para casa e encontra isso", disse a moradora Dominga Tejera, se referindo a uma cama improvisada em uma poltrona de plástico e ao telhado de sua casa, arrancado pela tempestade.
Na tentativa de amenizar o descontentamento dos habitantes diante da falta de organização, o presidente francês, Emmanuel Macron, e o rei da Holanda, Willem-Alexander, viajaram ontem às ilhas afetadas pelo furacão. Os governos francês, holandês e britânico são acusados de demorar para enviar socorro e reforçar a segurança nas ilhas.
"Retornar à vida normal é a nossa principal prioridade", disse Macron, que esteve na ilha francesa de Guadalupe pela manhã e, à tarde, visitou as ilhas de Saint Martin e Saint Barts, as duas mais afetadas pelo Irma. O presidente, entretanto, foi alvo de críticas de pessoas que reclamaram da falta de apoio.
Já o rei da Holanda, Willem-Alexander, visitou as ilhas de Saba e Sint Eustatius depois de passar a noite na parte holandesa de Saint Martin. "Vi a guerra e desastres naturais, mas nada assim, está tudo devastado", ressaltou.
 
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