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Porto Alegre, segunda-feira, 11 de setembro de 2017. Atualizado às 11h21.

Jornal do Comércio

Internacional

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Relações Internacionais

Alterada em 11/09 às 11h22min

China afirma que apoiará novas medidas da ONU contra a Coreia do Norte

Agência Brasil
O governo chinês afirmou nesta segunda-feira (11) que apoiará novas medidas contra o regime da Coreia do Norte na reunião do Conselho de Segurança da ONU a ser realizada hoje. A China entretanto ainda que não esclareceu se apoiará a proibição de venda de petróleo a Pyongyang como propuseram os Estados Unidos. A informação é da EFE.
"A China apoia as resoluções do Conselho de Segurança da ONU para adotar novas reações e medidas necessárias em resposta ao sexto teste nuclear feito pela Coreia do Norte", apontou em coletiva de imprensa o porta-voz de Relações Exteriores chinês, Geng Shuang.
Ele não quis responder à questão se Pequim respaldará ou não a proibição de venda de petróleo ao regime de Pyongyang, solicitada pelos EUA, mas rejeitada pela Rússia, ambos membros permanentes do Conselho de Segurança, da mesma forma que a China. "Esperamos que os membros do Conselho possam tomar suas decisões com base no consenso (...) para elevar a voz da unidade para o resto do mundo", disse Shuang.
A China, sublinhou, sempre cumpriu com suas obrigações internacionais, mas quis deixar clara sua oposição a qualquer "sanção unilateral foram do marco do Conselho de Segurança", uma advertência que Pequim já formulou em numerosas ocasiões.
As autoridades chinesas reiteraram hoje que os níveis de radiação registrados em alguns pontos da sua fronteira com a Coreia do Norte são "normais" após o último teste atômico de 3 de setembro, que Pyongyang assegura que foi de uma bomba de hidrogênio.
A China ordenou uma monitorização extraordinária - mais cansativa do que o habitual - dos níveis de radiação nas províncias de Heilongjiang, Jilin, Liaoning e Shandong.
"A avaliação concluiu que este teste nuclear da Coreia do Norte não causou impacto ambiental algum na China", afirmou um comunicado do Ministério de Proteção Ambiental chinês, que assegura que "foram cumpridas as condições para a finalização da vigilância extraordinária" na zona.
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